“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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4 de dez de 2016

FERREIRA GULLAR - Arte Tumular - 1122 - Cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo, Brasil




O corpo do escritor será transportado às 17h deste domingo à Biblioteca Nacional, no Centro do Rio. Às 9h de segunda (5), ele sai para o velório no prédio da Academia Brasileira de Letras. Às 15h, o corpo será levado para o enterro no mausoléu da ABL, no Cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo.





PERSONAGEM
Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira (São Luís, 10 de setembro de 1930 - Rio de Janeiro, 04 de dezembro de 2016) foi um escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo. Foi o postulante da cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras, na vaga deixada por Ivan Junqueira, da qual tomou posse em 5 de dezembro de 2014.
Morreu aos 86 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Ferreira Gullar nasceu em São Luís, em 10 de setembro de 1930, com o nome de José Ribamar Ferreira. É um dos onze filhos do casal Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart.

Sobre o pseudônimo, o poeta declarou o seguinte: "Gullar é um dos sobrenomes de minha mãe, o nome dela é Alzira Ribeiro Goulart, e Ferreira é o sobrenome da família, eu então me chamo José Ribamar Ferreira; mas como todo mundo no Maranhão é Ribamar, eu decidi mudar meu nome e fiz isso, usei o Ferreira que é do meu pai e o Gullar que é de minha mãe, só que eu mudei a grafia porque o Gullar de minha mãe é o Goulart francês; é um nome inventado, como a vida é inventada eu inventei o meu nome".

Fez parte de um movimento literário difundido através da revista que lançou o pós-modernismo no Maranhão, A Ilha, da qual foi um dos fundadores. Muitos o consideram o maior poeta vivo do Brasil e não seria exagero dizer que, durante suas seis décadas de produção artística, Ferreira Gullar passou por todos os acontecimentos mais importantes da poesia brasileira e participou deles.

Morando no Rio de Janeiro, participou do movimento da poesia concreta, sendo então um poeta extremamente inovador, escrevendo seus poemas, por exemplo, em placas de madeira, gravando-os.

Em 1956 participou da exposição concretista que é considerada o marco oficial do início da poesia concreta, tendo se afastado desta em 1959, criando, junto com Lígia Clark e Hélio Oiticica, o neoconcretismo, que valoriza a expressão e a subjetividade em oposição ao concretismo ortodoxo.

Posteriormente, ainda no início dos anos de 1960, se afastará deste grupo também, por concluir que o movimento levaria ao abandono do vínculo entre a palavra e a poesia, passando a produzir uma poesia engajada e envolvendo-se com os Centros Populares de Cultura (CPCs).

Em 2014, ele foi considerado um imortal na Academia Brasileira de Letras.

Nascido José de Ribamar Ferreira em São Luís (MA), em 10 de setembro de 1930, Ferreira Gullar cresceu em sua cidade natal e decidiu se tornar poeta na adolescência. Com 18 anos, passou a frequentar os bares da Praça João Lisboa e o Grêmio Lítero-Recreativo da cidade. Aos 19 anos, descobriu a poesia moderna depois de ler Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira.

Ferreira Gullar deixa dois filhos, Luciana e Paulo, oito netos, e a companheira Cláudia, com quem vivia atualmente

MILITÂNCIA POLÍTICA
Ferreira Gullar foi militante do Partido Comunista Brasileiro e, exilado pela ditadura militar, viveu na União Soviética, na Argentina e Chile. Ele comentou que bacharelou em subversão em Moscou durante o seu exílio, mas que atualmente devido a uma maior reflexão, experiência de vida, e de observar as coisas irem acontecendo se desiludiu do socialismo e que o socialismo não faz mais sentido pois fracassou.

 “ (...) toda sociedade é, por definição, conservadora, uma vez que, sem princípios e valores estabelecidos, seria impossível o convívio social. Uma comunidade cujos princípios e normas mudassem a cada dia seria caótica e, por isso mesmo, inviável. ” — Ferreira Gullar.

PRÊMIOS E INDICAÇÕES
Ganhou o concurso de poesia promovido pelo Jornal de Letras com seu poema "O Galo" em 1950.

Os prêmios Molière, o Saci e outros prêmios do teatro em 1966 com Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, que é considerada uma obra prima do teatro moderno brasileiro.

Em 2002, foi indicado por nove professores dos Estados Unidos, do Brasil e de Portugal para o Prêmio Nobel de Literatura.

Em 2007, seu livro Resmungos ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. O livro, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, reúne crônicas de Gullar publicadas no jornal Folha de S. Paulo no ano de 2005. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

Foi agraciado com o Prêmio Camões em 2010.

Em 15 de outubro de 2010, foi contemplado com o título de Doutor Honoris causa, na Faculdade de Letras da UFRJ.

Em Imperatriz, ganhou em sua homenagem o teatro Ferreira Gullar.

Em 1999 é inaugurada em São Luís a Avenida Ferreira Gullar.

Em 20 de outubro de 2011, ganhou o Prêmio Jabuti com o livro de poesia Em Alguma Parte Alguma, que foi considerado "O Livro do Ano" de ficção.

Em 2011, a obra "Poema Sujo" inspirou a vídeo instalação "Há muitas noites na noite", dirigida por Silvio Tendler.

Em 2015, o poema inspirou uma série documental, também denominada: "Há muitas noites na noite", com sete episódios com 26 minutos cada, exibida na TV Brasil entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, também dirigida por Silvio Tendler.

BIBLIOGRAFIA
POESIAS
-Um Pouco Acima do Chão, 1949
-A Luta Corporal, 1954
-Poemas, 1958
-João Boa-Morte, Cabra Marcado para Morrer (cordel), 1962
-Quem Matou Aparecida? (cordel), 1962
-A Luta Corporal e Novos Poemas, 1966
-História de um Valente, (cordel; na clandestinidade, como João Salgueiro), 1966
-Por Você por Mim, 1968
-Dentro da Noite Veloz, 1975
-Poema Sujo, (onde se localiza a letra de Trenzinho do Caipira) 1976
-Na Vertigem do Dia, 1980
-Crime na Flora ou Ordem e Progresso, 1986
-Barulhos, 1987
-O Formigueiro, 1991
-Muitas Vozes, 1999
-Um Gato chamado Gatinho, 2005
-Em Alguma Parte Alguma, 2010
ANTOLOGIAS
-Antologia Poética, 1977
-Toda poesia, 1980
-Ferreira Gullar - seleção de Beth Brait, 1981
-Os melhores poemas de Ferreira Gullar - seleção de Alfredo Bosi, 1983
-Poemas escolhidos, 1989
CONTOS E CRÔNICAS
- Gamação, 1996
-Cidades inventadas, 1997
-Resmungos, 2007
TEATRO
-Um rubi no umbigo, 1979
CRÔNICAS
-A estranha vida banal, 1989
-O menino e o arco-íris, 2001
MEMÓRIAS
-Rabo de foguete - Os anos de exílio, 1998
BIOGRAFIA
-Nise da Silveira: uma psiquiatra rebelde, 1996
LITERATURA INFANTIL
-Zoologia bizarra, 2011
ENSAIOS
-Teoria do não-objeto, 1959
-Cultura posta em questão, 1965
-Vanguarda e subdesenvolvimento, 1969
-Augusto do Anjos ou Vida e morte nordestina, 1977
-Tentativa de compreensão: arte concreta, arte neoconcreta - Uma contribuição brasileira, 1977
-Uma luz no chão, 1978
-Sobre arte, 1983
-Etapas da arte contemporânea: do cubismo à arte neoconcreta, 1985
-Indagações de hoje, 1989
-Argumentação contra a morte da arte, 1993
-O Grupo Frente e a reação neoconcreta, 1998
-Cultura posta em questão/Vanguarda e subdesenvolvimento, 2002
-Rembrandt, 2002
-Relâmpagos, 2003
TELEVISÃO
-Araponga - 1990/1991 (Rede Globo)
-Colaborador Dona Flor e Seus Dois Maridos - 1998 (Rede Globo)
-Colaborador Irmãos Coragem - 1995 (Rede Globo)
FILMES
Colaborador  Os Herdeiros - Davi Martins

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
Ferreira Gullar é o atual postulante eleito da cadeira 37 na Academia Brasileira de Letras, tendo obtido na votação 36 dos 37 votos possíveis derrotando os outros candidatos: Ademir Barbosa Júnior, José Roberto Guedes de Oliveira e José William Vavruk em apenas 15 minutos, com uma abstenção que permanece anônima devido a queima das fichas após o resultado da urna em 9 de outubro de 2014, tendo votado 19 acadêmicos por presença física e 18 por cartas.

A cadeira tem como patrono o poeta e inconfidente mineiro Tomás Antônio Gonzaga e foi ocupada anteriormente por personalidades como Silva Ramos, Alcântara Machado, Getúlio Vargas, Assis Chateubriand, João Cabral de Melo Neto e recentemente pelo ensaísta e curador Ivan Junqueira, amigo de Gullar. Sua posse era marcada para novembro, depois de várias recusas do escritor em convites anteriores. Em 5 de dezembro de 2014, Gullar tomou posse de sua cadeira, a número 37, na Academia Brasileira de Letras.


MORTE
 Ferreira Gullar faleceu no dia 04 de dezembro de 2016, no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.

Fonte: wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

26 de nov de 2016

FIDEL CASTRO - Arte Tumular - 1121 -0 Cemitério Santa Ifigênia, na cidade de Santiago de Cuba.



FUNERAL
Cuba fará luto de nove dias para se despedir de Fidel Castro. As cinzas do líder da Revolução Cubana percorrerão a ilha em uma carreata, antes de chegar ao seu destino final, o maior cemitério de Santiago de Cuba, em 4 de dezembro.



PERSONAGEM
Fidel Alejandro Castro Ruz (Speaker Icon.svg audio) (Birán, 13 de agosto de 1926 — Havana, 25 de novembro de 2016) foi um político e revolucionário cubano que governou a República de Cuba como primeiro-ministro de 1959 a 1976 e depois como presidente de 1976 a 2008.
Morreu aos 90 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Politicamente, era nacionalista e marxista-leninista. Ele também serviu como primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba de 1961 até 2011. Sob sua administração, Cuba tornou-se um Estado socialista autoritário uni partidário; a indústria e os negócios foram nacionalizados e reformas socialistas foram implementadas em toda a sociedade.

Nascido em Birán como filho de um rico fazendeiro, Castro adotou a política anti-imperialista de esquerda enquanto estudava direito na Universidade de Havana. Depois de participar de rebeliões contra os governos de direita na República Dominicana e na Colômbia, planejou a derrubada do presidente cubano Fulgêncio Batista, lançando um ataque fracassado ao Quartel Moncada em 1953.

Depois de um ano de prisão, viajou para o México onde formou um grupo revolucionário, o Movimento 26 de Julho, com seu irmão Raúl Castro e Che Guevara. Voltando a Cuba, Castro assumiu um papel fundamental na Revolução Cubana, liderando o movimento em uma guerra de guerrilha contra as forças de Batista na Serra Maestra.

Após a derrota de Batista em 1959, Castro assumiu o poder militar e político como primeiro-ministro de Cuba. Os Estados Unidos ficaram alarmados com as relações amistosas de Castro com a União Soviética e tentaram sem êxito removê-lo através de assassinato, bloqueio econômico e contrarrevolução, incluindo a invasão da Baía dos Porcos em 1961.

Contra essas ameaças, Castro formou uma aliança com os soviéticos e permitiu que eles colocassem armas nucleares na ilha, o que provocou a Crise dos Mísseis de Cuba - um incidente determinante da Guerra Fria - em 1962. Adotando um modelo marxista-leninista de desenvolvimento, Castro converteu Cuba em uma ditadura socialista sob comando do Partido Comunista, o primeiro no hemisfério ocidental.



As reformas introduziram o planejamento econômico central e levaram Cuba a alcançar índices elevados de desenvolvimento humano e social, como a menor taxa de mortalidade infantil da América, além da erradicação do analfabetismo e da desnutrição infantil. No entanto, tais avanços sociais foram acompanhados pelo controle estatal da imprensa, com a supressão da liberdade de imprensa e de expressão, e pela supressão da dissidência interna.

Cuba fará luto de nove dias para se despedir de Fidel Castro. As cinzas do líder da Revolução Cubana percorrerão a ilha em uma carreata, antes de chegar ao seu destino final, o maior cemitério de Santiago de Cuba, em 4 de dezembro. No exterior, Castro apoiou grupos anti-imperialistas revolucionários, apoiando o estabelecimento de governos marxistas no Chile, Nicarágua e Grenada, além de enviar tropas para ajudar os aliados na Guerra do Yom Kipur, da Guerra Etío-Somali e da Guerra Civil Angolana. Essas ações, aliadas à liderança de Castro no Movimento Não Alinhado de 1979 a 1983 e ao internacionalismo médico cubano, melhoraram a imagem de Cuba no cenário mundial e conquistaram um grande respeito no mundo em desenvolvimento.

Após a dissolução da União Soviética em 1991, Castro levou Cuba ao seu "Período Especial" e abraçou ideias ambientalistas e antiglobalização. Na década de 2000 ele forjou alianças na "onda rosa" da América Latina e assinou a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América.

Em 2006, transferiu suas responsabilidades para o vice-presidente e irmão Raúl Castro, que assumiu formalmente a presidência em 2008.

Castro era uma figura mundial controversa e divisiva. Ele foi condecorado com vários prêmios internacionais e seus partidários o elogiam por ter sido um defensor do socialismo, do anti-imperialismo e do humanitarismo, cujo regime revolucionário garantiu a independência de Cuba do imperialismo norte americano. Por outro lado, os críticos o classificam como um ditador totalitário cuja administração cometeu múltiplos abusos ao direitos humanos, causou um êxodo de mais de um milhão de cubanos e o empobrecimento da economia do país.

Através de suas ações e seus escritos, ele influenciou significativamente a política de vários indivíduos e grupos em todo o mundo.

MORTE
 Fidel Castro morreu em Havana na noite de 25 de novembro de 2016, aos 90 anos. A morte do líder cubano foi anunciada pela TV estatal cubana. Castro morreu às 22h29 e o corpo do ex-presidente de Cuba será cremado, "atendendo a seus pedidos", informou Raúl Castro, na TV estatal. O governo de Cuba decretou nove dias de luto nacional pela morte do líder da Revolução Cubana e anunciou que o funeral de Fidel ocorrerá no dia 4 de dezembro, no cemitério Santa Ifigênia, na cidade de Santiago de Cuba.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

3 de nov de 2016

25 de out de 2016

CARLOS ALBERTO TORRES - Arte Tumular - 1120 - Cemitério de Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro


Local: Cemitério de Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro





PERSONAGEM
Carlos Alberto Torres (Rio de Janeiro, 17 de julho de 1944 - Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2016) foi um futebolista e treinador brasileiro, que atuava como lateral-direito. De longa carreira, foi um dos símbolos do clássico futebol brasileiro, eternizado pela conquista do tricampeonato mundial no México em 1970.
Morreu aos 72 anos de idade.

 SINOPSE BIBLIOGRÁFICA

Considerado um dos maiores jogadores da história em sua posição, ele foi o capitão da Seleção Brasileira que ganhou a Copa do Mundo FIFA de 1970, no México, ficando conhecido como o Capitão do Tri.
No que diz respeito aos clubes, Carlos Alberto jogou pelo  Fluminense, Botafogo, Flamengo, Califórnia Surf, Santos e New York Cosmos. Ele foi o companheiro de Pelé nos últimos dois clubes.



COMO JOGADOR
Carioca de Vila da Penha, Carlos Alberto foi revelado pelo Fluminense, sendo medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1963, disputados em São Paulo, e foi campeão do Campeonato Carioca de 1964.

Logo depois, se transferiria para o Santos. Quando Carlos Alberto chegou na Vila Belmiro em 1965, o Santos atravessava o seu apogeu, com conquistas como o bicampeonato da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes. Muitos cronistas dizem que foi um dos maiores laterais-direitos de todos os tempos. Tinha habilidade, respeito dos companheiros e, como uma de suas características principais, uma forte personalidade.

Pelo Santos foi pentacampeão paulista em 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973, ano em que conquistou seu último título pelo time da Vila Belmiro.

Em 1971, atuou por empréstimo com a camisa do Botafogo em 22 jogos, onde também se destacou nos 3 meses que por lá passou.

Em 1976 retornou ao Fluminense, onde fez parte do time que ficou conhecido como a Máquina Tricolor, sendo bicampeão carioca em Campeonato Carioca de Futebol de 1976, semifinalista do campeonato brasileiro de 1976, depois passando pelo Flamengo.

Carlos Alberto marcou sua história em todos os times que jogou, pois conseguiu se firmar e ganhar respeito em vários times de craques, mesmo na Seleção Brasileira tricampeã de 1970, onde era um dos líderes e o capitão da equipe.

Em março de 2004, Carlos Alberto foi nomeado por Pelé um dos 125 melhores jogadores vivos do mundo.

COMO TREINADOR
Em seu primeiro ano como treinador, já se consagrou Campeão Brasileiro pelo Flamengo.

Em 1985, foi bicampeão pernambucano pelo Clube Náutico Capibaribe.

SELEÇÃO DA AMÉRICA DO SUL DE TODOS OS TEMPOS
Foi escolhido ainda para integrar a seleção da América do Sul de todos os tempos na posição de zagueiro. A enquete foi realizada com cronistas esportivos de todo o mundo. A FIFA o considera um dos maiores laterais direitos de todos os tempos.

CARREIRA POLÍTICA
Na política, Carlos Alberto era filiado ao Partido Democrático Trabalhista. Foi vereador de 1989 a 1993, ocupando a vice-presidência e a primeira secretaria da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Em 2008 tentou uma vaga para vice-prefeito da capital fluminense, na chapa de Paulo Ramos, não se elegendo.

VIDA PESSOAL
Carlos Alberto foi casado três vezes: com Sueli, mãe dos seus filhos Andréa e Alexandre Torres, também jogador, com a atriz Terezinha Sodré e com Graça, sua ultima esposa.

Carlos Alberto Torres fez sua última aparição no Sport TV, onde era comentarista, apenas dois dias antes de sua morte, quando participou do programa Troca de Passes. Ricardo Rocha, ex-zagueiro e amigo próximo do Capitão, e o comentarista Luiz Ademar, também do Spor TV, relataram que Carlos Alberto tinha boa saúde, a despeito da idade.

MORTE
Morreu em 25 de outubro de 2016, vítima de um infarto fulminante em sua casa, no Rio de Janeiro.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales.

8 de out de 2016

MARIA I DA INGLATERRA (Tudor) - Arte Tumular - 1119 - Westminster Abbey Westminster City of Westminster Greater London, England




ARTE TUMULAR
Uma placa de mármore negro com o seu nome e datas, encerra os restos mortais da rainha. O túmulo é representado por um monumento em mármore, com uma cobertura suportada por dois leões. O conjunto é protegido por um gradil de bronze, tendo uma placa de mármore  branco identificativa no piso com o nome das duas rainhas.
Há uma inscrição em latim na tumba que diz:
 Regno consortes et urna, hic obdormimus Elizabetha et Maria sorores, in spe resurrectionis  "Consortes em reino e tumba, aqui dormimos, Isabel e Maria, irmãs, na esperança de ressurreição"

Local: Westminster Abbey Westminster City of Westminster Greater London, England
 GPS (lat/lon)51.50008, -0.12923
Descrição tumular: Helio Rubiales
 Local: Local: Westminster Abbey Westminster City of Westminster Greater London, England GPS (lat/lon)


PERSONAGEM
Maria I (18 de fevereiro de 1516 – 17 de novembro de 1558) foi a Rainha da Inglaterra e Irlanda de julho de 1553 até sua morte. Sua perseguição e execução dos protestantes ingleses levou seus oponentes a lhe darem o epíteto de "Maria Sangrenta".
Morreu aos 42 anos de idade

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Foi a filha mais velha do rei Henrique VIII de Inglaterra, sua mãe foi a primeira esposa do monarca, Catarina de Aragão.

Seu meio-irmão mais novo, Eduardo VI, sucedeu a Henrique em 1547. Ele tentou retirar Maria da linha de sucessão por diferenças religiosas ao descobrir que estava com uma doença terminal. Após sua morte, Joana Grey, prima em segundo grau dos dois, foi inicialmente proclamada rainha.

Maria reuniu uma força em Anglia do Leste e depôs Joana, que acabou sendo decapitada. Ela se casou em 1554 com Filipe de Espanha, tornando-se rainha consorte da Espanha na ascensão dele em 1556.

Como a quarta monarca da Casa de Tudor, Maria é mais lembrada por restaurar o Catolicismo Romano depois do curto reinado protestante de seu meio-irmão. Em seus cinco anos de reinado, ela fez com que mais de 280 dissidentes religiosos fossem queimados. Seu restabelecimento do catolicismo foi revertido após sua morte por sua meia-irmã e sucessora Isabel I.

INÍCIO DA VIDA
Maria nasceu no dia 17 de fevereiro de 1516 no Palácio de Placentia, em Londres. Foi a única filha do rei Henrique VIII de Inglaterra e de sua primeira esposa Catarina de Aragão a sobreviver à infância. Sua mãe teve vários abortos; Catarina teve quatro gravidezes antes de seu nascimento que resultaram em uma filha natimorta e três filhos natimortos ou que morreram logo em seguida. Ela foi batizada na fé católica três dias depois na Igreja dos Frades Observantes em Greenwich. Seus padrinhos incluíram sua tia-avó Catarina de Iorque, Condessa de Devon, o lorde chanceler Tomás Wolsey e Inês Howard, Duquesa de Norfolk. Margarida Pole, 8.ª Condessa de Salisbury e prima de Henrique, foi uma das madrinhas de Maria em sua crisma, que ocorreu imediatamente depois do batismo.
 A própria Maria tornou-se madrinha no ano seguinte para sua prima Francisca Brandon. Margarida Pole foi nomeada em 1520 como sua governanta. Sir João Hussey tornou-se seu camareiro a partir de 1530, com sua esposa Ana, filha de Jorge Grey, 2.º Conde de Kent, sendo uma das criadas



REINADO
Eduardo VI morreu aos quinze anos de idade em 6 de julho de 1553 de uma infecção no pulmão, possivelmente tuberculose. Ele não queria que Maria fosse sua sucessora por temer que ela restauraria o catolicismo e reverteria suas reformas e as de Henrique, planejando assim exclui-la da linha de sucessão. Entretanto, seus conselheiros afirmaram que o rei não poderia deserdar apenas uma de suas meia-irmãs, significando que teria de retirar Isabel também, mesmo ela tendo crescido como anglicana.

Guiado por seu regente João Dudley, 1.º Duque de Northumberland, e talvez outros, Eduardo excluiu as duas da sucessão em seu testamento. Contradizendo o Ato de Sucessão que colocava Maria e Isabel de volta para a linha de sucessão, Eduardo nomeou como sucessora Joana Grey, nora de Dudley e neta de Maria Tudor. Francisca Brandon, mãe de Joana, era a prima e madrinha de Maria. Pouco antes da morte do rei, Maria foi convocada para ir a Londres visitar seu irmão. Entretanto, ela foi avisada que as convocações eram um pretexto para capturá-la e facilitar a ascensão de Joana. Ela acabou saindo de Hunsdon e fugindo para Anglia do Leste, onde tinha várias propriedades e Dudley havia brutalmente suprimido a Rebelião de Kett. Lá viviam muitos defensores da fé católica e oponentes de Dudley. Maria escreveu ao Conselho Privado em 9 de julho ordenando sua proclamação como rainha e sucessora de Eduardo.

Joana foi proclamada rainha por Dudley e seus apoiadores em 10 de julho, no mesmo dia que a carta de Maria chegou ao conselho em Londres. Ela e seus apoiadores reuniram uma força militar no Castelo de Framlingham dois dias depois. O apoio de Dudley ruiu enquanto o de Maria crescia. Joana acabou deposta em 19 de julho. Ela e Dudley foram aprisionados na Torre de Londres.

Maria entrou em Londres triunfantemente em 3 de agosto com uma onda de apoio popular. Ela estava acompanhada por Isabel e uma procissão de mais de oitocentos nobres e cavalheiros. Uma das primeiras ações de Maria como rainha foi mandar que os católicos Tomás Howard, 3.º Duque de Norfolk, e Estêvão Gardiner fossem soltos de suas prisões na Torre de Londres, além de seu primo Eduardo Courtenay.

Ela compreendia que a jovem Joana era essencialmente um peão nos esquemas de Dudley, com ele sendo o único conspirador de alta posição executado por traição imediatamente depois da ascensão. Joana e seu marido lorde Guilford Dudley, apesar de considerados culpados, foram mantidos presos na Torre ao invés de imediatamente executados, enquanto o pai da primeira, Henrique Grey, 1.º Conde de Suffolk, foi solto. Maria ficou em uma posição difícil já que a maioria dos membros do Conselho Privado estavam implicados no plano de colocar Joana no trono.Ela nomeou Gardiner para o conselho e o fez Bispo de Winchester e Lorde Chanceler, cargos que ele ocupou até sua morte em novembro de 1555. Susana Clarencieux tornou-se a Senhora das Vestes.

 Maria foi coroada por Gardiner na Abadia de Westminster em 1º de outubro.

MORTE
Depois da visita de Filipe em 1557, Maria achou que estava grávida novamente e daria à luz por volta de março de 1558. Ela decretou em seu testamento que seu marido fosse o regente durante a minoridade de seu filho. Entretanto, novamente não houve criança e Maria foi forçada a aceitar que Isabel era sua legítima sucessora.
Maria ficou doente e fraca em maio de 1558 e acabou morrendo no dia 17 de novembro de 1558 aos 42 anos de idade no Palácio de St. James, vítima de uma epidemia de gripe que algumas horas depois também tirou a vida de Reginaldo Pole. Ela morreu em dor, provavelmente de um cisto ovariano ou de câncer  do útero.
Maria foi sucedida por Isabel. Filipe, que estava em Bruxelas, escreveu a sua irmã Joana que "Eu senti um arrependimento razoável pela morte dela". Apesar de afirmar em seu testamento que desejava ser enterrada ao lado da mãe na Catedral de Peterborough, ela foi enterrada na Abadia de Westminster do dia 14 de dezembro em uma tumba que eventualmente dividiria com sua meia-irmã Isabel.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

28 de set de 2016

SHIMON PERES - Arte Tumular - 1118 - Mount Herzl, Jerusalém, Israel




Entrada do Mount Herzl

ARTE TUMULAR

Será sepultado no Cemitério Mount  Herzl em Jerusalem



PERSONAGEM
Shimon Peres, em hebraico שמעון פרס, (Wiszniew, 2 de agosto de 1923 — Ramat Gan, 28 de setembro de 2016) foi um político israelense, ex-membro do Partido Trabalhista. Recebeu o Nobel da Paz de 1994, junto com Yitzhak Rabin e Yasser Arafat. Foi Presidente de Israel entre 2007 e 2014. Peres foi primeiro-ministro de Israel nos períodos de 1984 a 1986 e de 1995 a 1996, e co-fundador do Partido Trabalhista israelense (1968). Foi eleito em 13 de junho de 2007 para exercer o cargo de presidente de Israel, tomando posse a 15 de julho de 2007.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Peres nasceu Szymon Perski em Wiszniew, então parte da Polónia, localidade hoje denominada Višnieva (em bielorusso Ві́шнева), na província de Minsk. Seus pais eram Yitzhak Perski (1896–1962) e Sara Meltzer (1905–1969).

Sua família mudou-se em 1932 para o Mandato Britânico da Palestina, que desde 1948 constitui o estado de Israel. É parente da atriz norte-americana Lauren Bacall (nascida Betty Joan Perske; 1924-2014).

PRIMEIRO-MINISTRO (1984-1986)
Nas eleições de 1984 não houve vencedor entre os dois maiores partidos israelenses. Através de um acordo entre estes dois partidos, foi criado um Governo Unido, com Peres como primeiro-ministro entre os anos 1984-1986 e como ministro das Relações Exteriores no período de 1986-1988.

Em 1985 Peres e o ministro da Defesa Yitzhak Rabin retiraram as forças israelenses do Líbano, permanecendo exclusivamente no Sul, na fronteira entre o Líbano e Israel.

NOBEL DA PAZ
 Em 1993 Israel ainda participava das Conversações em Madrid que não avançavam e não apresentavam quaisquer resultados.

Yossi Beilin informou a Peres sobre a existência de negociações secretas com a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e este compartilhou a informação com Yitzhak Rabin. Em agosto de 1993 Peres e Mahmoud Zeidan Abbas assinaram o primeiro acordo em Oslo.

Em setembro de 1993 foi assinado na Casa Branca o Acordo de Paz de Oslo.

No ano seguinte, Shimon Peres recebeu o Nobel da Paz, juntamente com Yitzhak Rabin e Yasser Arafat.

Em 1993 Peres publicou seu livro "O Novo Oriente Médio". Neste livro, ele transmite sua visão sobre o futuro do Oriente Médio, no qual interesses nacionais e econômicos seriam os guardiães da Paz nesta zona.

O nome do livro passou a ser uma expressão utilizada, em especial por parte dos direitistas de Israel, como fantasia irreal e contra as idéias contidas neste livro.

PRIMEIRO-MINISTRO (1995-1996)
Em 1995 o primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin foi assassinado e Shimon Peres, Ministro dos Negócios Estrangeiros foi nominado a preencher o cargo até meados de 1996, quando perdeu nas eleições a Benjamin Netanyahu.

Em 2005 Peres demitiu-se oficialmente do Partido "Avoda" apoiando e tornando-se membro do Partido Kadima.

PRESIDENTE (2007-2014)
Em 2007 o Kadima anunciou que lançaria Shimon Peres como seu candidato à presidência de Israel.

Em 13 de junho do mesmo ano foi feita a eleição no Knesset. Na primeira votação Peres conseguiu 58 votos, insuficientes para se eleger. Após esta votação, Reuven Rivlin do Likud (37 votos) e Colette Avital do Partido Trabalhista (21 votos) retiraram suas candidaturas. Na segunda votação Shimon conseguiu 86 votos a favor (23 contra e duas abstenções), superando o mínimo exigido de 61 votos.

Shimon assumiu assim aos 84 anos de idade, a Presidência em 15 de junho para um mandato de sete anos.

CARGOS POLÍTICOS
Presidente Primeiro-ministro
Ministro do Exterior
Ministro das Comunicações
Ministro do Interior
Ministro do Desenvolvimento do Negev e da Galileia

VIDA PESSOAL
Em maio de 1945, Shimon casou com Sonya Gelman, que ele conhecera no acampamento para jovens Ben Shemen, onde seu pai serviu como professor de carpintaria. Os dois se casaram após Sonya terminar seu serviço militar no exército britânico durante a Segunda Guerra Mundial. Ao longo dos anos, Sonya optou por ficar longe da mídia e manter a privacidade de sua família, apesar da extensa carreira política de seu marido. Ela faleceu em 20 de janeiro de 2011, aos 88 anos, de insuficiência cardíaca em seu apartamento em Tel Aviv. Shimon Peres e Sonya tiveram três filhos e oito netos.

MORTE
Em 13 de setembro de 2016, Shimon Peres foi hospitalizado em coma induzido, por conta dum derrame cerebral. O estado de saúde dele era até então considerado grave.arte Tumular -  Shimon faleceu em 28 de setembro de 2016, aos 93 anos.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

26 de set de 2016

KATHERINA PARR - Arte Tumular - 1117 -St Marys Chapel, Sudeley Castle Winchcombe Tewkesbury Borough Gloucestershire, England




Catarina Parr
1512 – 5 de setembro de 1548
Precedida por
Catarina Howard
Coat of Arms of Catherine Parr.svg
Rainha Consorte da Inglaterra e Irlanda
12 de julho de 1543 – 28 de janeiro de 1547
Sucedida por
Ana da Dinamarca







ARTE TUMULAR
No interior da Capela, em formato retangular ergue-se uma construção ricamente decorada em relevo com brasões monárquicos, construção essa que sustenta uma escultura em mármore branco da rainha deitada com as mãos juntas em prece. Cobrindo túmulo detalhes em formato circular  protege o monumento.

Local: St Marys Chapel, Sudeley Castle Winchcombe Tewkesbury Borough Gloucestershire, England
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Runiales






PERSONAGEM
Catarina Parr (Londres, 1512 – Winchcombe, 5 de setembro de 1548) foi a sexta e última esposa do rei Henrique VIII e Rainha Consorte do Reino da Inglaterra e Reino da Irlanda de 1543 até 1548.
Morreu aos 36 anos de idade.


SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Tinha um bom relacionamento com os três filhos de Henrique VIII e contribuiu de perto para a educação de Isabel e Eduardo – ambos, mais tarde, acabaram tornando-se monarcas da Inglaterra.

Teve, ainda, bastante influência sobre o marido na questão do Terceiro Ato de Sucessão, de 1543, que colocou as princesas Maria e Isabel de volta à linha de sucessão ao trono.

De julho a setembro de 1544, enquanto Henrique estava em uma campanha militar na França, Catarina foi nomeada regente. Em caso de morte do rei, ela permaneceria como regente até que o príncipe Eduardo atingisse a maioridade. Apesar disso, em seu testamento, Henrique não deixou nenhuma função no governo para a rainha.

Por conta de sua simpatia por causas protestantes, Catarina despertou a inimizade de poderosas autoridades católicas, que, em 1546, numa tentativa de colocar o rei contra Catarina, chegaram a elaborar um mandado de prisão contra ela; no entanto, logo o rei e ela se reconciliaram.

Catarina publicou um livro, Prayers or Meditations – tornando-se a primeira rainha inglesa a publicar uma obra usando o verdadeiro nome. Após a morte de Henrique, ela publicou The Lamentations of a Sinner e também assumiu o papel de guardiã de Isabel.

Seis meses depois da morte de Henrique VIII, Catarina casou-se, pela quarta e última vez, com Tomás Seymour, 1º Barão Seymour de Sudeley. O casamento foi breve, uma vez que Catarina morreu em setembro de 1548, provavelmente devido a complicações resultantes do parto.

VIDA
Catarina nasceu em 1512, provavelmente em agosto, embora a data exata seja desconhecida. Ela era a filha mais velha de Sir Thomas Parr, Lorde do Castelo de Kendal em Westmorland (hoje Cumbria), descendente de Rei Eduardo III, e Maud Green, filha e co-herdeira de Sir Thomas Green, Lorde de Greens Norton, Northamptonshire, e da sua mulher Maud Green.

Catarina tinha um irmão mais novo, William, que mais tarde tornou-se o 1º Marques de Northampton, e uma irmã, Anne, que mais tarde tornou-se Condessa de Pembroke.

Sir Thomas Parr era bastante próximo do rei Henrique VIII. Sua esposa, Lady Parr, era amiga e dama de companhia da rainha Catarina de Aragão (primeira esposa do rei Henrique VIII). Presume-se que Catarina tenha sido batizada com esse nome em homenagem à rainha, que também era sua madrinha.

Com apenas 15 anos, casou com Edward, Lord Borough, que morreu poucos anos depois. No princípio da década de 1530, Catarina casou de novo com John Neville, Lord Latimer. Após a morte de Latimer, Catarina tornou-se numa viúva de enorme fortuna e atraiu as atenções de Tomás Seymour, irmão de Jane Seymour, que retribuiu. Catarina e Seymour fizeram planos de matrimônio, mas o rei Henrique VIII apaixonou-se por ela e propôs-lhe casamento. Sem força política para recusar os avanços do rei, Catarina cedeu e tornou-se na sua sexta mulher a 12 de Julho de 1543.

Enquanto rainha, Catarina procurou reconciliar o rei com as suas duas filhas, as princesas Maria e Isabel, então despromovidas como bastardas. A sua relação com Henrique VIII não foi propriamente tranquila, sendo frequentes as discussões entre os dois. No entanto, dado que o foco da discórdia era teologia, Catarina nunca perdeu o favor político e Henrique apreciava a sua cultura e tenacidade intelectual. As suas convicções religiosas, que lhe valeram a censura de Henrique por ser demasiado Protestante, eram uma das características e influenciaram a sua enteada Isabel, de quem era especialmente amiga.

Após a morte de Henrique VIII, Catarina conseguiu casar com o seu antigo apaixonado, Tomás Seymour. O casamento não foi provavelmente o que ela esperava, uma vez que Seymour se mostrava mais interessado no dinheiro dela e na Princesa Isabel, então a viver com o casal. Apesar disso, Catarina ficou grávida pela primeira vez, após quatro casamentos, e morreu de complicações relacionadas com o parto da sua filha Maria Seymour, que não sobreviveu por muito tempo. Foi sepultada na Capela de St. Mary, Castelo de Sudeley, Gloucestershire na Inglaterra.

MORTE
Em consequência do parto.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

17 de set de 2016

DOMINGOS MONTAGNER - Arte Tumular - 1116 - Cemitério da Quarta Parada,Zona Leste, São Paulo, Brasil









Túmulo da família  - Foto: Lucas Pasin (Ego)



Túmulo da família ainda sem a placa de identificação
Foto: Lucas Pasin (Ego)



ARTE TUMULAR
Túmulo em dois níveis, a parte central que dá acesso ao túmulo e dois níveis lateais, revestido com cerâmicas. Na cabeceira tumular destaca-se um alto relevo circular da face de Cristo. De cada lado da entrada tumular destacam-se as placas da família. Ainda não foi colocada a sua placa de identificação.
Local: Cemitério da Quarta Parada, Zona Leste, São Paulo, Brasil
Fotos: Lucas Pasin (Ego)
Descrição tumular: Helio Rubiales






PERSONAGEM
Domingos Montagner (São Paulo, 26 de fevereiro de 1962 — Canindé de São Francisco, 15 de setembro de 2016) foi um ator, teatrólogo e empresário brasileiro.
Morreu aos 54 anos de idade.

SINOPSE
Iniciou sua carreira em teatros e circos, através do curso de interpretação de Myriam Muniz.
Em 1997, ele formou o grupo La Mínima, ao lado de Fernando Sampaio, e ganhou o Prêmio Shell de Melhor Ator.
Em 2003, fundou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.
Começou sua carreira na TV, três anos depois, mas ganhou notoriedade nacional, dentre outros, ao interpretar o Capitão Herculado, na telenovela "Cordel Encantado" (2011) e João Miguel, em "Sete Vidas" (2016).
No cinema, fez participação no longa Gonzaga: De Pai pra Filho (2012), de Breno Silveira.

Em 2016, interpretou o personagem Santo, na telenovela "Velho Chico", transmitido pela Rede Globo, onde, após o término da gravação, foi se banhar no rio São Francisco, e não voltou a superfície.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
A carreira artística do ator começou no circo, na companhia de seu teatro La Mínima, em 1980.

Em 1990, ingressou no teatro como palhaço. Cordel Encantado, da Rede Globo, foi sua primeira novela.

Na televisão fez poucas participações, como o seriado Força Tarefa e A Cura. Também participou do seriado Divã, em que fez Carlos, o amante da protagonista Mercedes, vivida pela atriz Lília Cabral.

Em 2012, viveu o presidente Paulo Ventura na minissérie O Brado Retumbante. No mesmo ano, interpretou em Salve Jorge o guia turístico Zyah, que se apaixona por Bianca, personagem de Cléo Pires.

 Em 2013, viveu o ativista Mundo em Joia Rara.

Em 2014, foi escalado para ser o protagonista de Sete Vidas, no papel de Miguel, um homem que descobre ter sete filhos, após ser doador de esperma.

MORTE
 Morte No dia 15 de setembro de 2016, durante o horário de almoço das gravações da novela Velho Chico, o ator mergulhou no Rio São Francisco após almoçar, todavia acabou por não retornar a terra firme. A atriz Camila Pitanga percebeu o amigo afogando-se e avisou a produção da Rede Globo sobre o acontecimento. O ator ficou desaparecido até a tarde do mesmo dia quando, por fim, teve seu corpo encontrado submerso já sem vida. Equipes de buscas encontraram o corpo do ator, preso à pedras, a trinta metros de profundidade, próximo a Usina Hidrelétrica de Xingó na Região de Canindé de São Francisco.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales