“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

MÚSICA DE FUNDO DO BLOG - OPCIONAL LIGUE

ATENÇÃO:A música (fundo musical do blog)deverá ser desligada para ver e ouvir os vídeos constantes nas postagens.

23/07/2014

MAX NUNES - Arte Tumular - 990 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil


PERSONAGEM
Max Newton Figueiredo Pereira Nunes (Rio de Janeiro, 17 de abril de 1922 — Rio de Janeiro, 11 de junho de 2014) foi um humorista, médico e polímata brasileiro.
Morreu aos 92 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Formado em medicina, desviou-se da profissão para se tornar um escritor de humor do Brasil. Pioneiro dos programas de humor no rádio e na TV, foi o criador e redator do programa Balança Mas Não Cai, grande sucesso da década de 1950, na Rádio Nacional, onde se consagraram, por exemplo, atores como Paulo Gracindo e Brandão Filho, nos papéis do "Primo Rico e primo Pobre".


 Como cronista era autor de textos sobre o cotidiano do Rio de Janeiro. Vários sucessos de Jô Soares têm origem em textos de Max Nunes, como o das personagens Capitão Gay e a cantora lírica Nanayá Com Ypsilon. Jô Soares inclusive o considera seu padrinho. Também era compositor de canções, como Bandeira Branca de 1970. Foi torcedor do America Football Club do Rio de Janeiro. Em sua homenagem, na sede do clube, há um teatro que leva seu nome.
Era pai das atrizes Bia Nunnes e Cristina Nunes.
MORTE
 Em 11 de junho de 2014, morreu de infecção generalizada, no Hospital Samaritano, onde estava internado desde 20 de maio, após sofrer uma queda e fraturar a tíbia.
Fonte:pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

15/06/2014

MARLENE - Arte Tumular - 989 - Cremada







Depois do corpo ser velado no  Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, centro do Rio de Janeiro, foi levado para ser cremado no cemitério do Caju, zona portuária do Rio, e de lá, as cinzas serão levadas de helicóptero para serem derramadas na Baía de Guanabara, como a cantora pediu em vida




PERSONAGEM
Marlene, nome artístico de Victória Bonaiutti de Martino, (São Paulo, 22 de novembro de 1924 — Rio de Janeiro, 13 de junho de 2014), foi uma cantora e atriz brasileira.
Morreu aos 89 anos
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascida e criada na capital paulista, no bairro da Bela Vista, conhecido reduto de ítalo-brasileiros. Seus pais eram italianos, e Victória era a mais nova de três filhas. Ela herdou o nome do pai, que morreu sete dias antes de seu nascimento. A viúva, Antonieta, não se casou novamente, e criou sozinha as filhas, dando aulas de alfabetização no Instituto de Surdos e Mudos de São Paulo e como costureira. Sua família era muito católica e como devota da Igreja Batista, além de querer uma excelente educação a filha, sua mãe a internou no Colégio Batista Brasileiro, cujas mensalidades foram dispensadas em troca de serviços prestados ao colégio, como arrumação dos quartos. Marlene estudou ali dos nove aos quinze anos, destacando-se nas atividades esportivas, assim como no coro juvenil da igreja. Ao deixar o colégio, passou para a Faculdade do Comércio, situada na Praça da Sé, com o objetivo de se tornar contadora. Na mesma época, emprega-se, durante o dia, num escritório comercial como auxiliar administrativa. Fazendo amizades na faculdade, começa a participar de uma entidade de estudantes, recém formada, a qual passa a dispor de um espaço na Rádio Bandeirantes, chamada a Hora dos estudantes, programa em que futuramente começaria sua carreira de cantora. Cada estudante tinha um nome artístico: Foi quando seus colegas estudantes, por eleição, escolheram o seu nome, em homenagem à atriz alemã Marlene Dietrich, por serem muito parecidas. Victória se encantou pela música, e acabou deixando o curso de contadora em segundo plano, priorizando sua atividade artística, mas para não levantar suspeitas, manteve o trabalho, e fingia ir a faculdade, quando ia para a rádio, a noite. Suas irmãs sabiam e a ajudavam, mas a mãe, as tias e a avó eram contra uma mulher ir para a área artística. Então, em 1940, fez um teste de canto, concorrendo com outras jovens, e mesmo sem nunca ter estudado música, passou em primeiro lugar. No mesmo ano, ela estreou como profissional na Rádio Tupi de São Paulo. Tudo isto, contudo, fez escondida da família, que, por razões religiosas e sociais vigorantes na época, não poderia admitir uma incursão no mundo artístico. O nome artístico esconderia sua verdadeira identidade até ser descoberta, pois sua família recebeu comunicado de que a jovem estava faltando aulas, e sendo pressionada a responder, dissera que fora por causa de seu expediente na rádio, o que resultou num castigo exemplar da parte de sua mãe, que a deixou sem sair de casa por semanas, mas ela já estava decidida a seguir carreira, a música estava em seu coração. Assim, em 1943, cercada pela desaprovação da família, pediu para ser demitida do emprego, ganhando dinheiro de seguro, e juntando-o por meses. Com dinheiro em mãos, decidiu ir embora de casa contra a vontade deles: Partiu para o Rio de Janeiro, sozinha. Na capital fluminense, alugou um apartamento e começou trabalhando de dia em um escritório de contabilidade, e a noite, e procurando nas rádios e cassinos uma chance como cantora. Fez alguns testes de canto, onde, após ser aprovada no teste com Vicente Paiva, passou a cantar no Cassino Icaraí, em Niterói. Ali permaneceu por dois meses até conhecer Carlos Machado, que a convidou para o Cassino da Urca, contratando-a como vocalista de sua orquestra. Assim, pede demissão do emprego e se dedica somente a música. Algumas vezes entrava em contato com a família por cartas e telefonemas, mandando notícias. Em 1946, houve a proibição dos jogos de azar e o consequente fechamento dos cassinos por decreto do presidente Eurico Gaspar Dutra. Marlene, então, mudou-se com a orquestra de Carlos Machado para a Boate Casablanca. Dois anos depois, tornou-se cantora do Copacabana Palace a convite de Caribé da Rocha, que a promoveu de crooner a estrela da casa. Passou a atuar também na Rádio Mayrink Veiga e, no ano seguinte, na Rádio Globo. Nesse ínterim, já se tinha dado sua estreia no disco, pela Odeon, em meados de 1946, com as gravações dos sambas Suingue no morro (Amado Régis e Felisberto Martins) e Ginga, ginga, moreno (João de Deus e Hélio Nascimento). Mas foi no carnaval do ano seguinte que Marlene emplacou seu primeiro sucesso, a marchinha Coitadinho do papai (Henrique de Almeida e M. Garcez), em companhia dos Vocalistas Tropicais, campeã do concurso oficial de músicas carnavalescas da Prefeitura do Distrito Federal. E foi cantando esta música que ela estreou no programa César de Alencar, na Rádio Nacional, com grande sucesso, em 1948. Marlene se tornaria uma das maiores estrelas da emissora, recebendo o slogan Ela que canta e dança diferente. Ainda nesse ano, foi contratada pela gravadora Continental, estreando com os choros Toca, Pedroca (Pedroca e Mário Morais) e Casadinhos (Luís Bittencourt e Tuiú), este cantado em duo com César de Alencar. Marlene esperou o fim de seu contrato com o Copacabana Palace para abandonar os espetáculos nas boates, dedicando-se ao rádio, aos discos e, posteriormente, ao cinema e ao teatro. Nesta época, sua família já a tinha visitado no Rio e aceitado sua decisão. Com os anos, se consagrou, e acabou por gravar mais de quatro mil canções em sua carreira. Marlene (junto com Emilinha Borba) foi um dos maiores mitos do rádio brasileiro em sua época de ouro. Sua popularidade nacional também resultou em convites para o cinema (onze filmes depois de Corações sem Piloto, de 1944) e para o teatro (cinco peças após Depois do Casamento, em 1952), tendo também trabalhado em cinco revistas depois de Deixa Que Eu Chuto (1950). Suas atividades internacionais incluíam turnês pelo Uruguai, Argentina, Estados Unidos (onde se apresentou no Waldorf-Astoria Hotel e em Chicago) e França (apresentando-se por quatro meses e meio no Teatro Olympia em Paris, a convite de Édith Piaf, que a vira no Copacabana Palace, no Rio). Também compositora, teve seu samba-canção A grande verdade (parceria com Luís Bittencourt) gravado por Dalva de Oliveira, em 1951.


RAINHA DO RÁDIO
Nessa época, a maior estrela da Rádio Nacional era Emilinha Borba, mas as irmãs Linda e Dircinha Batista eram também muito populares, e as vencedoras, por anos consecutivos, do concurso para Rainha do Rádio. Este torneio era coordenado pela Associação Brasileira de Rádio, sendo que os votos eram vendidos com a Revista do Rádio e a renda era destinada para a construção de um hospital para artistas. Então, em 1949, Marlene venceu o concurso de forma espetacular. Para tal, recebeu o apoio da Companhia Antarctica Paulista. A empresa de bebidas estava prestes a lançar no mercado um novo produto, o Guaraná Caçula, e, atenta à popularidade do concurso, pretendiam usar a imagem de Marlene, Rainha do Rádio, como base de propaganda de seu novo produto, dando-lhe, em troca, um cheque em branco, para que ela pudesse comprar quantos votos fossem necessários para sua vitória. Assim, Marlene foi eleita com 529.982 votos. Ademilde Fonseca ficou em segundo lugar, e Emilinha Borba, dada como vencedora desde o início do concurso, ficou em terceiro. Desse modo, originou-se a famosa rivalidade entre os fãs de Marlene e Emilinha, uma rivalidade que, de fato, devia muito ao marketing e que contribuiu expressivamente para a popularidade espantosa de ambas as cantoras pelo país. Prova disso foram as gravações que elas fizeram em dueto naquele ano, com o samba Já vi tudo (Amadeu Veloso e Peter Pan) e a marchinha Casca de arroz (Arlindo Marques Jr. e Roberto Roberti). Foram sucessos no Carnaval de 1950, e no começo desse ano, com a marchinha A bandinha do Irajá (Murilo Caldas), também sucesso no Carnaval. A eleição para Rainha do Rádio ainda lhe rendeu um programa exclusivo na Rádio Nacional, intitulado Duas majestades, e um novo horário no programa Manuel Barcelos, em que permaneceu como estrela até o fechamento do auditório da Rádio Nacional. A estrela Marlene ajudou vários colegas seus, inclusive usando seu prestígio e influência junto à direção da Rádio Nacional, trouxe para a emissora,as vozes de Jorge Goulart e Nora Ney, que ali permaneceram por décadas, só saindo por causa de problemas com o governo da época da ditadura militar no país. Também foi Marlene a madrinha de um de seus frenéticos fãs, o jovem Luís Machado,que veio a ser locutor comercial dos programas, de Manuel Barcelos. Participou também de outros programas, como o de César de Alencar, o de Paulo Gracindo, bem como Gente que brilha, Trem da alegria, Show dos bairros e o de José Messias,porem o jovem locutor Luís Machado deixou a rádio,também com problemas com o governo da ditadura militar, saindo junto com Cesar de Alencar, e vários outros artistas,que não se enquadravam àquele regime governamental. Luís posteriormente dedicou-se aos estudos,não voltando ao rádio,devido a variações em suas cordas vocais,embora não concluindo a faculdade de direito de Valença. Deixou a faculdade para seguir a profissão de Motorista de ônibus em turismo rodoviário,porém mantendo-se como fã fiel á grande Marlene, a quem agradece até os dias de hoje, a oportunidade por ela oferecida. Marlene manteve o título ainda pelo ano seguinte. Ela então passou a ser cantora exclusiva do programa Manuel Barcelos, enquanto que Emilinha tornou-se exclusiva do de César de Alencar. Ainda naquele ano, gravou dois de seus maiores sucessos, acompanhada d'Os Cariocas, Severino Araújo e Orquestra Tabajara: os baiões Macapá e Que nem jiló (Humberto Teixeira e Luís Gonzaga). Participou da revista Deixa que eu chuto, no Teatro João Caetano, no Rio. Atuou intensamente no teatro musicado, excursionando pelo exterior e por todo o Brasil em inúmeros espetáculos. Participou também do filme Tudo Azul, ao lado do futuro marido Luís Delfino, produzido por Rubens Berardo e dirigido por Moacyr Fenelon.

VIDA PESSOAL
Durante a sua vida namorou cantores e atores, um deles, com quem contracenou em teatros musicais, e dividiu um programa exclusivo que ia ao ar aos sábados às 20 horas intitulado Marlene Meu Bem, foi seu noivo e marido: Em 1952, casou-se no cartório e na Igreja do Outeiro da Glória com o ator Luís Delfino. Juntos, tiveram um filho, nascido um ano depois, chamado Sérgio Henrique Bonaiutti Delfino. Após mais de dez anos de casamento, devido aos ciúmes excessivos do marido, se divorciaram. A cantora teve outros namorados e ficou mais de quinze anos casada com um cantor, de quem também se divorciou, devido a traições dele.
MORTE
 Ela estava internada desde o último dia 7 de junho no Hospital Casa de Portugal, com quadro de pneumonia, e decorrente disto, sofreu falência múltipla dos órgãos, vindo a óbito por volta das 17h15 do dia 13 de junho de 2014.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales


13/06/2014

JOSÉ ANTONIO PRIMO DE RIVERA - Arte Tumular - 988 - Valle de los Caidos Guadarrama Provincia de Madrid Madrid, Spain






ARTE TUMULAR
Numa lápide branca,  com o seu nome gravado juntamente com uma cruz latina encerra o seu  túmulo O  túmulo fica alojado dentro de um grandioso mausoléu, mandado construir por Franco com o trabalho escravo de mais de 20 mil prisioneiros de guerra. Fora, uma imensa cruz de 150 metros de altura, cravada no topo do rochedo granítico onde foi escavada a Basílica.

Local:  Basílica del Valle de los Caidos Guadarrama Provincia de Madrid Madrid, Spain
Fotos:Bernardo d'Oliveira Nunes e Bunny Boiler
Descrição tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
José Antonio Primo de Rivera y Sáenz de Heredia (Madrid, 24 de Abril de 1903 - Alicante, 20 de Novembro de 1936) foi um advogado e político espanhol.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Político espanhol, nascido em 1903 e falecido em 1936, foi o fundador em 1933 do partido fascista espanhol denominado a Falange Espanhola ou, simplesmente, a Falange. Era originário de uma abastada família militar da Andaluzia, que teve no seu pai, Miguel Primo de Rivera y Orbaneja, a figura mais destacada, pois este fora ditador de Espanha de 1923 a 1930.Na sua juventude, escolheu a carreira política para honrar a memória de seu pai. De início não foi muito bem sucedido porque foi derrotado nas eleições de 1931 pelo Partido Monárquico. O seu interesse pelo fascismo cresceu em 1933, devido ao sucesso alcançado por Adolf Hitler, e nesse ano chegou mesmo a visitar Benito Mussolini e no ano seguinte a conhecer Hitler em Berlim. O nascimento do partido fascista conduziu a um clima de violência que antecedeu a Guerra Civil espanhola. Em 1933, foi eleito para o Parlamento pelo círculo de Cádiz e, no ano seguinte, fundiu a Falange com as Juntas de Ofensiva Nacional-Sindicalista, uma aliança que foi difícil de manter, obrigando-o a recorrer à ajuda de Mussolini. Nas eleições de 1936 não conseguiu angariar os apoios necessários e foi novamente vencido, e a 14 de março desse ano foi detido. Na prisão de Alicante preparou a ascensão de Francisco Franco, mas acabou por ser assassinado no estabelecimento prisional a 20 de novembro de 1936.
MORTE
Foi executado pelas forças republicanas no pátio da Prisão de Alicante e está sepultado no Valle de los Caídos, perto de Madrid
Fontes:
Pt.wikipedia.org
http://www.infopedia.pt/
Formatação: Helio Rubiales

12/06/2014

MÁRIO ZAN - Arte Tumular - 987 - Cemitério da Consolação, São Paulo, Brasil







ARTE TUMULAR
Base tumular em granito polido em dois níveis. Na cabeceira do tumulo ergue-se uma construção dividida em 3 partes de modo a representar um acordeão. Na parte superior é revestida por placas de granitos que lembram o teclado do instrumento. Na parte central há um nicho com vidro com a fotografia do artista.
CURIOSIDADE
Em vida, ele venerava tanto a Marquesa de Santos, que acabou comprando um túmulo ao lado dela, para que fosse sepultado, o que de fato aconteceu.
LOCAL:, Cemitério da Consolação, São Paulo, Brasil
                 Rua 5, Terreno 5
Fotos: Simone (Picassaweb)
Descrição tumular:HRubiales

PERSONAGEM
Mario Giovanni Zandomeneghi, mais conhecido como Mario Zan, (Roncade, 9 de outubro de 1920 — São Paulo 9 de novembro de 2006) foi um acordeonista ítalo-brasileiro, famoso por suas canções típicas das festas juninas do centro-sul do Brasil. Emigrou com sua família para o Brasil ainda na década de 1920 e instalou-se na região de Catanduva, São Paulo.
Morreu aos 86 anos de idade.
BIOGRAFIA
Começou a tocar acordeão aos treze anos de idade foi considerado um dos melhores acordeonistas do Brasil, tendo se tornado pelas composições (mais de mil gravadas) das mais populares canções das festas juninas paulistas como a Quadrilha Completa, Balão Bonito,Noites de Junho ou Pula a Fogueira.
Foi o autor dos Hinos comemorativos dos 400 anos e 450 anos da cidade de São Paulo.
Luís Gonzaga disse uma vez Mario Zan era o verdadeiro "rei da sanfona".[1]
Duas de suas canções ultrapassaram as fronteiras brasileiras: Nova Flor (gravado em inglês como "Love Me Like a Stranger", em espanholcomo "Los Hombres no Deben Llorar", em alemão como "Fremde oder Freunde") e o Hino do Quarto Centenário de São Paulo.
MORTE
Mário Zan morreu após uma parada cardíaca, em São Paulo. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa de São Paulo e sepultado noCemitério da Consolação, em frente ao jazigo onde está enterrada a Marquesa de Santos, conforme desejo do próprio Mário, grande admirador da amante de Dom Pedro I e que cuidou por muitos anos da conservação do túmulo da Marquesa.

Fonte: Wikipidea
Formatação, pesquisa : HRubiales

08/05/2014

JAIR RODRIGUES - Arte Tumular - Cemitério do Morumbi-São Paulo- Brasil




Local : Cemitério do Morumbi, São Paulo, Brasil



PERSONAGEM
Jair Rodrigues de Oliveira (Igarapava, 6 de fevereiro de 1939 — Cotia (SP), 8 de maio de 2014) foi um cantor brasileiro.
Morreu aos 75 amos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Sua carreira musical começou quando foi crooner no meio dos anos 50 na cidade de São Carlos, lá chegando em 1954 e participando da noite são-carlense que era intensa na época, também com participações na Rádio São Carlos como calouro e com apresentações, vivendo intensamente em São Carlos, até o fim da década.
Em 1958 Jair Rodrigues prestou o serviço militar no Tiro de Guerra de São Carlos, como Soldado Atirador nº 134, que na época era denominado TG 02-043. No início da década de 60 foi tentar o sucesso na capital do Estado, e obteve-o participando de programas de calouros na televisão. Em 1965, Elis Regina e Jair Rodrigues fizeram muito sucesso com sua parceria no programa O Fino da Bossa, programa da TV Record. Em 1966, Jair participou do festival daquele ano com a música Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros, desta vez em conjunto com o Quarteto Novo. Conhecido por cantar sambas, Jair surpreendeu o público com uma linda interpretação da canção. Disparada . A partir daquele momento, sua carreira decolou e seu talento assegurou décadas de sucesso ao cantor. Realizou turnês pela Europa, Estados Unidos e Japão. Em 1971, gravou o samba-enredo Festa para um Rei Negro, da Acadêmicos do Salgueiro, do Rio de Janeiro. Jair interpretou sucessos sertanejos como O Menino da Porteira, Boi da Cara Preta e Majestade o Sabiá.

Apesar de alguns anos trabalhando com menos intensidade, Jair Rodrigues continuou a lançar discos durante as décadas de 80 e 90. Já na segunda metade dos anos 90, ele se tornou um artista da gravadora Trama, de propriedade de João Marcello Bôscoli, filho de Elis Regina. Lançou dois volumes de canções ao vivo que pontuaram sua carreira. O disco que mais chamou atenção foi “Intérprete”, lançado em 2002, que tem produção musical de Jair de Oliveira, seu filho, que ainda assina a música “Mãe de Verdade”. “Intérprete” traz participações especiais de Lobão, Dominguinhos, Wilson Simoninha e Luciana Mello, também filha de Jair. Os clássicos da bossa nova foram registrados por Jair, no álbum “A Nova Bossa por Jair Rodrigues”. Em 2005, lançou, também pela Trama, “Alma Negra”, com interpretações emocionantes do melhor do samba.
Era  pai de Luciana Mello e Jair Oliveira.
MORTE
Sofreu um infarto do miocárdio na sauna de sua casa.

Fonte: pt.wikipedia.org
          Letras.com.br
Formatação: Helio Rubiales

19/04/2014

LUCIANO DO VALLE - Arte Tumular - 985 - Cemitério Parque Flamboyant. Campinas, São Paulo, Brasil




Local: Cemitério Parque Flamboyant. Campinas, São Paulo, Brasil 



PERSONAGEM
Luciano do Valle Queirós (Campinas, 4 de julho de 1947 — Uberlândia, 19 de abril de 2014) foi um locutor esportivo, apresentador de televisão e empresário brasileiro.
Morreu aos 66 anos de idade
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Luciano do Valle narrou várias Copas do Mundo e trabalhou em várias emissoras de rádio e televisão, como Rede Globo (1971-1982), Rede Record (1982-1983, 2003-2006) e Rede Bandeirantes (1983-2003, 2006-2014). Foi locutor de Fórmula 1 e transmitiu a fase áurea de Emerson Fittipaldi nessa categoria, que o transformou em um ídolo do esporte brasileiro. Depois que saiu da Rede Globo no início dos anos 80, mais precisamente após à Copa de 1982, desenvolveu paralelamente uma carreira de empresário e promotor, tendo papel fundamental no esporte brasileiro, uma vez que ele impulsionou diversas modalidades que não tinham espaço na TV aberta do país. Seu primeiro grande sucesso nessa carreira foi a promoção da Seleção Brasileira de Voleibol masculina, quando transmitiu um campeonato em São Paulo pela Rede Record. Seu trabalho tornou ídolos nacionais jogadores como Bernard, William, Montanaro e Renan, que depois ficaram conhecidos como a "Geração de Prata" do vôlei brasileiro. Logo depois, já trabalhando na Rede Bandeirantes, organizou o jogo memorável entre Brasil e União Soviética, no Maracanã, que mudou o vôlei brasileiro. Na emissora, do Valle foi responsável pela ênfase nas transmissões esportivas (seu slogan passou a ser "Canal do Esporte"), exibindo aos domingos o programa de longa duração Show do Esporte, que apresentava todo os tipos de evento esportivo, desde jogos de sinuca, boxe, automobilismo e esportes olímpicos.
Apresentou ao Brasil a Fórmula Indy e a Seleção Brasileira Masters de Futebol, que contava com seus grandes amigos Rivelino, Edu e Dario (ver Copa Pelé). Durante o verão brasileiro, transmitia várias modalidades de esportes de praia, em programas especiais de verão. Abriu espaço para Hortência e Paula do basquete feminino, transmitiu jogos de futebol feminino, alavancou a carreira do lutador de boxe Maguila e deu o início para transmissões da NBA, da Fórmula Indy e do futebol americano no Brasil.
Nos últimos anos de carreira, reduziu suas atividades empresariais, tendo continuado a narrar o Campeonato Brasileiro e provas da IRL pela Band. Apresentou o programa Apito Final, pela TV Bandeirantes, durante a Copa do Mundo de 2006, e transmitiu os jogos do Brasil na mesma copa pelo canal de televisão a cabo chamado Band Sports.
MORTE
Morreu aos 66 anos, em 19 de abril de 2014, em Uberlândia, Minas Gerais, aonde chegava para transmitir um jogo entre Atlético Mineiro x Corinthians para a Band que aconteceria no domingo (20) no Estádio Parque do Sabiá, pela 1ª rodada do Campeonato Brasileiro (Brasileirão). Teve a primeira assistência prestada por um médico que estava a bordo no voo, que acionou a ambulância e foi socorrido ainda no aeroporto do município mineiro, pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital Santa Genoveva. O médico que o atendeu no voo, Dr. Roberto, relatou à Bandeirantes que a morte foi sem sofrimento, caracterização Clínica de uma "Morte Súbita". Dissecção da aorta, embolia pulmonar e infarto são algumas hipóteses levantadas pelo médico, mas ainda é cedo para determinar a causa da morte.
Fonte: pt.wikipedia.org Dissecção
Formatação: Helio Rubiales

17/04/2014

GABRIEL GARCIA MÁRQUEZ - Arte Tumular - 983 - Cremado

Bandera de Colombia


CREMAÇÃO
Seu corpo foi cremado no dia 17.04.14 na Cidade do México numa cerimonia restrita a familiares.
As  cinzas se encontram na funerária J. García López, do bairro de Pedregal, no sul da Cidade do México. Ainda não foi resolvido se as cinzas serão divididas entre México e Colômbia ou se descansarão em apenas um local.


PERSONAGEM
Gabriel José García Márquez (Aracataca, 6 de março de 1927 — Cidade do México, 17 de abril de 2014) foi um escritor, jornalista, editor, ativista e político colombiano.
Morreu aos 87 anos de idade.
SINOPSE
Considerado um dos autores mais importantes do século 20, foi um dos escritores mais admirados e traduzidos no mundo, com mais de 40 milhões de livros vendidos em 36 idiomas. Foi laureado com o Prêmio Internacional Neustadt de Literatura em 1972, e o Nobel de Literatura de 1982 pelo conjunto de sua obra, que entre outros livros inclui o aclamado Cem Anos de Solidão. Foi responsável por criar o realismo mágico na literatura latino-americana. Viajou muito pela Europa e viveu até a morte no México. Era pai do cineasta Rodrigo García. Em abril de 2009 declarou que se aposentou e que não pretendia escrever mais livros. Essa notícia viu-se confirmada em 2012, quando o seu irmão, Jaime Garcia Marquez, noticiou que foi diagnosticada uma demência a Gabriel Garcia Marquez e que, embora estivesse em bom estado físico, havia perdido a memória e não voltaria a escrever.
BIBLIOGRAFIA
Gabriel García Márquez, também conhecido por Gabo, nasceu em 6 de março de 1927, na cidade de Aracataca, Colômbia, filho de Gabriel Eligio García e de Luisa Santiaga Márquez, que tiveram ao todo onze filhos. Logo depois que García Márquez nasceu, seu pai se tornou um farmacêutico. Em janeiro de 1929, seus pais se mudaram para Barranquilla, enquanto García Marquez permaneceu em Aracataca. Foi criado por seus avós maternos, Doña Tranquilina Iguarán e o coronel Nicolás Ricardo Márquez Mejía. Quando ele tinha oito anos, seu avô morreu, e ele se mudou para a casa de seus pais em Barranquilla, onde seu pai era proprietário de uma farmácia. Seu avô materno Nicolás Márquez, que era um veterano da Guerra dos Mil Dias, cujas histórias encantavam o menino, e sua avó materna Tranquilina Iguarán, exerceram forte influência nas histórias do autor. Um exemplo são os personagens de Cem Anos de Solidão. Gabriel estudou em Barranquilla e no Liceu Nacional de Zipaquirá. Passou a juventude ouvindo contos das Mil e Uma Noites; sua adolescência foi marcada por livros, em especial A Metamorfose, de Franz Kafka. Ao ler a primeira frase do livro, "Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso", pensou "então eu posso fazer isso com as personagens? Criar situações impossíveis?". Em 1947 muda-se para Bogotá para estudar direito e ciências políticas na universidade nacional da Colômbia, mas abandonou antes da graduação. Em 1948 vai para Cartagena das Índias, Colômbia, e começa seu trabalho como jornalista.
JORNALISMO
Seu trabalho como jornalista foi para o jornal El Universal. Em 1949 vai para Barranquilha e trabalha como repórter para o jornal El Heraldo. Neste mesmo período participa de um grupo de escritores para estimular a literatura. Em 1954 passa a trabalhar no El Espectador como repórter e crítico. Em 1958 trabalha como correspondente internacional na Europa, retorna a Barranquilha e casa-se com Mercedes Barcha com quem tem dois filhos, Rodrigo e Gonzalo. Em 1961 vai para Nova Iorque para trabalhar como correspondente internacional, mas suas críticas a exilados cubanos e suas ligações com Fidel Castro o fizeram ser perseguido pela CIA e com isso muda-se para o México. Em 1994 funda juntamente com seu irmão, Jaime Abello, a Fundação Neo Jornalismo Ibero-americano.
LITERATURA
Seus livros alcançaram repercussão na Europa nos anos 1960 e 1970. Seus livros refletiam sobre os rumos políticos e sociais da América Latina. Teve como seu primeiro trabalho o romance "La Hojarasca" publicado em 1955. Em 1961 publica "Ninguém escreve ao coronel". A obra Relato de um náufrago, muitas vezes apontada como seu primeiro romance, conta a história verídica do naufrágio de Luis Alejandro Velasco e foi publicado primeiramente no "El Espectador", somente sendo publicada em formato de livro anos depois, sem que o autor soubesse. O escritor colombiano possui obras de ficção e não ficção, tais como Crônica de uma morte anunciada e O amor nos tempos do cólera. Em 1967 publica Cem Anos de Solidão - livro que narra a história da família Buendía na cidade fictícia de Macondo, desde sua fundação até a sétima geração -, considerado um marco da literatura latino-americana e exemplo único do estilo a partir de então denominado "Realismo Fantástico" . Suas novelas e histórias curtas – fusões entre a realidade e a fantasia – o levaram ao Nobel de Literatura em 1982.
Em 2002 publicou sua autobiografia Viver para contar, logo após ter sido diagnosticado um câncer linfático. Marquéz apontou como o seu mestre o escritor Norte-Americano William Faulkner.
CINEMA
Teve interesse por cinema e trabalhou principalmente como diretor. Em 1950 estudou no Centro experimental de cinema em Roma. Participou diretamente de alguns filmes tais como Juego peligroso, Presságio, Erendira, entre outros. Em 1986 fundou a Escola Internacional de Cinema e Televisão em Cuba, para apoiar a carreira de jovens da América Latina, Caribe, Ásia e África. Em 1990 conheceu Woody Allen e Akira Kurosawa, diretores pelos quais teve admiração.
MORTE
García Márquez morreu em 17 de abril de 2014 na Cidade do México, pouco mais de um mês após completar 87 anos. O autor lutava contra a reincidência de um câncer que atingia seus pulmões, gânglios e fígado. Em 1999, ele já tinha conseguido superar um câncer linfático.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

16/04/2014

TOMÉ DE SOUSA - Arte Tumular - 982 - Mosteiro de Vila Franca de Xia, Portugal



ARTE TUMULAR
No piso do Mosteiro, placa de granito com o seu nome e datas gravados.

Local: Mosteiro de Vila Franca de Xia, Portugal
Descrição tumular: Helio Rubiales


PERSONAGEM
Tomé de Sousa (Rates, 1503 — 1579) foi um militar e político português, primeiro governador-geral do Brasil, quando este atendia por colônia do Brasil, chegado em 1549
Morreu aos 76 anos de idade.
BIOGRAFIA
 Descendente de Martim Afonso Chichorro, filho bastardo do prior de Rates, João de Sousa, e de Mécia Rodrigues de Faria. Na História Genealógica da Casa Real Portuguesa, tomo XIV, página 1, sobre a origem dos Chichorros diz-se: «Qual fosse a dama em quem el-rei teve este filho, se nos oferece grande dificuldade de o saber» - D. Martim Afonso Chichorro. Tampouco se sabe a origem do apelido. Este Martim Afonso era rico-homem e teve o governo de Chaves. A sua última memória é a doação do rei, em 12 de novembro de 1290, à Ordem de Avis, da Igreja de Santa Maria do Castelo de Portalegre. Casou-se com D. Inês Lourenço de Sousa (de Valadares), filha de Lourenço Soares de Valadares, senhor de Tangil, fronteiro-mor de Entre Douro e Minho, e de sua mulher D. Maria Mendes de Sousa (c. 1230 -?), filha de Mem Garcia de Sousa (1200 - 1275), rico-homem, e de D. Teresa Anes de Lima, em que estava a primogenitura dos Sousas. Martim Afonso Chichorro é o tronco da família dos Sousas da Casa dos Marqueses das Minas. Tomé de Sousa foi o primogênito de João de Sousa, que seguiu vida eclesiástica, sendo «abade de Rates, sete léguas acima do Porto, onde viveu com bastante dissolução, e pouca memória do seu estado, porque de Mécia Rodrigues de Faria, mulher nobre dos Farias de Barcelos», teve mais de dez filhos (Tomo XIV, obra acima citada, página 249). Em Rates, Tomé de Sousa foi o primeiro titular da comenda da Ordem de Cristo em 1517, após a desorganização do mosteiro de Rates. Foi comendador de Rates e de Arruda.
VIDA MILITAR
 No exército participou de questões internacionais: «Serviu em África, sendo Capitão D. João Coutinho, e se achou com D. António da Silveira quando pelejou com o rei de Fez e desbaratou ao alcaide de Alcácer-Quibir, tomando cinquenta cavalos, deu sobre a aldeia de Gens, que destruiu, matando muitos mouros e cativando outros» (obra citada, página 251). Recebeu em Arzila, recebendo em recompensa, em 1535, o título de fidalgo. A fim de consolidar o domínio português no litoral, a 7 de Janeiro de 1549 Tomé de Sousa foi nomeado como primeiro governador-geral do Brasil, recebendo Regimento para fundar, povoar e fortificar a cidade de Salvador, na capitania real da Bahia. Manteve-se no cargo até 1553, sucedido por Duarte da Costa. Após seu mandato como governador-geral, em 1553, retornou a Portugal onde ocupou outros importantes cargos públicos. Diz a obra citada, página 251: «No ano de 1555 passou à Índia, por capitão da nau Conceição, sendo capitão-mor Fernão de Andrade», mas o ano mencionado está errado, pois o autor se diz que voltou ao Reino e no ano seguinte «foi mandado por governador e capitão-general do Brasil» para onde embarcou no 1º de fevereiro de 1549». De acordo com algumas fontes controversas, era o pai de Garcia d'Ávila.
GOVERNADOR-GERAL DO BRASIL
 Com exceção de São Vicente e Pernambuco, fracassara a colonização tentada por Portugal pelo método das capitanias hereditárias, usado nas ilhas atlânticas da Madeira e de Cabo Verde. A vinda de Tomé de Sousa como governador-geral foi das decisões mais acertadas da metrópole, quando se considera retroativamente o sucesso do povoamento e colonização do Brasil. A Carta Régia que o nomeou escolhia por sede a capitania da Baía de Todos os Santos, a mais central, já tendo sido comprada pela Coroa ao herdeiro do donatário Francisco Pereira Coutinho. Antecedido por uma leva de colonos, aportou na Bahia em 29 de março de 1549. Vinha com colonos e seis jesuítas, chefiados pelo padre Manuel da Nóbrega, os primeiros mandados ao Brasil, sobre cujo destino tanto mais tarde deviam pesar.
REGIMENTO
Criado o governo geral como forma de incrementar a presença estatal portuguesa no Brasil e apoiar os donatários de capitanias, Tomé de Sousa, nomeado governador-geral (1549-1553), trouxe com ele o Regimento de 17 de dezembro de 1548, com orientações precisas sobre a organização do poder público - fazenda, justiça, defesa, fundação de uma capital - e sobre temas relevantes como as relações com os indígenas e sua catequese e o estímulo às atividades agrícolas e comerciais. .
CONSELHO DELIBERATIVO
Tinha o governador-geral autonomia decisória na maioria dos assuntos. Entretanto, para os temas de maior gravidade, as decisões eram tomadas por uma espécie de conselho formado pelo governador, pelo ouvidor-mor (Pero Borges), responsável pela justiça e pelo Provedor-mor (Antônio Cardoso de Barros), responsável pelos negócios da Fazenda. Completava o alto escalão o encarregado pela defesa do território, capitão-mor da Costa, cargo ocupado pelo ex-donatário da capitania de São Tomé Pero de Góis, e um alcaide-mor que era o chefe da milícia, ou tropas de segunda linha.
 NA BAHIA
 Quando chegou, segundo o historiador Hélio Viana, Tomé de Sousa mandou que « a fim de realizar uma viagem de correição, o ouvidor-geral Pero Borges e o provedor-mor da Fazenda, António Cardoso de Barros, levados pelo capitão-mor da Costa Pero de Góis, fossem visitar as capitanias de Ilhéus, Porto Seguro, Espírito Santo e São Vicente». Saíram em uma esquadrilha de duas caravelas e um bergantim. Este doutor Pero Borges escreveu de Porto Seguro ao governador uma carta em fevereiro de 1550. Horrorizado com o que vê na terra, «bem parecia terra desamparada da vossa justiça», reclama que se ponham como ouvidores homens entendidos, já que não os encontrava na casa do cível. Os tabeliães de Ilhéus e Porto Seguro, os achara sem cartas de ofícios, nenhum tinha livros de querelas, nenhum tinha regimento, alguns serviam sem juramento, «e porque isto é uma pública ladroíce e grande malícia, porque cuidavam que lhe não haviam de tomar nunca conta, viviam sem lei nem conheciam superior, procedo contra eles porque me pareceu pecado no Espírito Santo passar por isto.» É o que conta Varnhagen no primeiro tomo de sua História Geral do Brasil... Reclama ainda o ouvidor: « Há nesta terra muitos homens casados lá no Reino os quais há muitos dias que andam cá e não granjeiam muitos deles ou os mais fazendas, senão estão amancebados com um par ao menos de gentias, fazem pior vida que os mesmos gentios, a estes é por bem por serviço de Nosso Senhor e por na terra que se agora começa a povoar não haver tanto gênero de pecados públicos que os manda ir para suas mulheres, não sendo deles degredados ou que mandam eles por elas. V. A. mande prover». Talvez por informes assim tão coloridos, o Rei de Portugal mandará perdoar «todos os crimes cometidos antes da chegada do governador-geral, não havendo parte que acuse e residindo o criminoso algum tempo nas povoações. A anistia não abarcava os cinco casos de heresia, sodomia, traição, moeda falsa e morte de homem cristão.» Salvador e Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte] Para instalar a sede do novo governo Tomé de Sousa fundou a cidade do Salvador, onde fez edificar a residência do governador, a Casa da Câmara, a Igreja Matriz, Colégio dos Jesuítas e, aos poucos, outros edifícios. Tendo, em 1552, procedido a uma inspeção da costa , ficou tão maravilhado com o Rio de Janeiro que escreveu ao rei: "Parece-me que V.A. deve mandar fazer ali uma povoação honrada e boa". Os jesuítas vindos com o governador e o padre Manuel da Nóbrega haviam iniciado a catequese, como prova carta escrita por Nóbrega da Bahia em 9 de agosto de 1549. Dentre eles, ficou famoso como linguista o padre basco João de Azpilcueta Navarro. Em retrospecto, vê-se que Tomé de Sousa ajudou assim a fundar o primeiro bispado do Brasil, assistiu à fundação do primeiro colégio (o da Companhia de Jesus), deu grande incentivo à agricultura e a pecuária e organizou expedições que saíam pelas matas a procura de metais preciosos, as famosas entradas.
DESCENDÊNCIA
Voltando ao Reino, segundo a «História Genealógica da Casa Real Portuguesa», volume XIV, página 251, «o fez El Rei D. João III Vedor da sua Casa e da Fazenda, e o foi d'el Rei D. Sebastião. (...) No ano de 1573 ainda vivia, porque se acha com a moradia de 300 reis por mês, e alqueire de cevada por dia. Era muito cortesão e entendido. Achando-se velho, obteve para seu genro o cargo de Veador da Casa Real, e se retirou a viver na sua Quinta, onde honrada e filosoficamente viveu alguns anos. Havendo sido casado com D. Maria da Costa, filha de Lopo Álvares Feio, e de Margarida Vaz da Costa, irmã do Cardeal D. Jorge da Costa». O seu jazigo, para si e para a esposa, situa-se no convento de Santo António da Castanheira ou convento de Nossa Senhora da Subserra da Castanheira, na Castanheira do Ribatejo. A sua descendência restringiu-se a uma única filha: D. Helena de Sousa, casada com D. Diogo Lopes de Lima, que Não tiveram sucessão. Por este casamento foi veador da Casa do rei D. Sebastião, Senhor de Castro Daire e do morgado de Airão e Canelas, comendador na Ordem de Cristo, que acabou morto na batalha de Alcácer Quibir em 1578. Ele era parente, do lado paterno, dos viscondes de Vila Nova de Cerveira. O bisavô D. Fernão de Lima e o avô homônimo tinham sido alcaides-mores de Guimarães e o pai, D. Fernando de Lima Pereira, aventurara-se ao serviço do Estado da Índia, não olhando à sua condição de herdeiro do senhorio de Castro Daire, chegando a ser nomeado para a capitania de Goa e ocupando a de Ormuz, em cujo exercício faleceu no ano de 1539 . Tomé de Sousa também doou a Garcia d'Ávila, que segundo algumas fontes seria seu filho, catorze léguas de terras de sesmaria que lhe haviam sido outorgadas pelo rei Dom Sebastião. Tais terras originaram a Casa da Torre, maior latifúndio das Américas.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

12/04/2014

CÂNDIDO PORTINARI - Arte Tumular - 981 - Cemitério São João Batista- Rio de Janeiro - Brasil




ARTE TUMULAR
Construção retangular em granito em linhas retas sem qualquer simbolismo religioso, tendo no tampo o seu nome e datas em letras de bronze.

Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil
Descrição tumular: Helio Rubiales



PERSONAGEM
Cândido Portinari (Brodowski, 29 de dezembro de 1903 — Rio de Janeiro, 6 de fevereiro de 1962) foi um artista plástico brasileiro.
Morreu aos 58 anos de idade.
SINOPSE ARTÍSTICA
Portinari pintou quase cinco mil obras de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão, como O Lavrador de Café, até gigantescos murais, como os painéis Guerra e Paz, presenteados à sede da ONU em Nova Iorque em 1956, e que, em dezembro de 2010, graças aos esforços de seu filho, retornaram para exibição no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Portinari é considerado um dos artistas mais prestigiados do Brasil e foi o pintor brasileiro a alcançar maior projeção internacional.
BIBLIOGRAFIA
 Filho dos imigrantes italianos, Giovan Battista Portinari e Domenica Torquato, Cândido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903, numa fazenda de café nas proximidades de Brodowski, interior de São Paulo. Com a vocação artística florescendo logo na infância, Portinari teve uma educação deficiente, não completando sequer o ensino primário. Aos 14 anos de idade, uma trupe de pintores e escultores italianos que atuavam na restauração de igrejas, passa pela região de Brodowski e recruta Portinari como ajudante. Seria o primeiro grande indício do talento do pintor brasileiro. Aos 15 anos, já decidido a aprimorar seus dons, Portinari deixa São Paulo e parte para o Rio de Janeiro para estudar na Escola Nacional de Belas Artes. Durante seus estudos na ENBA, Portinari começa a se destacar e chamar a atenção tanto de professores quanto da própria imprensa. Tanto que aos 20 anos já participa de diversas exposições, ganhando elogios em artigos de vários jornais. Mesmo com toda essa badalação, começa a despertar no artista o interesse por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.
Um dos principais prêmios almejados por Portinari era a medalha de ouro do Salão da ENBA. Nos anos de 1926 e 1927, o pintor conseguiu destaque, mas não venceu. Anos depois, Portinari chegou a afirmar que suas telas com elementos modernistas escandalizaram os juízes do concurso. Em 1928 Portinari deliberadamente prepara uma tela com elementos acadêmicos tradicionais e finalmente ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa.
VIDA EM PARIS
 Os dois anos que passou vivendo em Paris foram decisivos no estilo que consagraria Portinari. Lá ele teve contato com outros artistas como Van Dongen e Othon Friesz, além de conhecer Maria Martinelli, uma uruguaia de 19 anos com quem o artista passaria o resto de sua vida. A distância de Portinari de suas raízes acabou aproximando o artista do Brasil, e despertou nele um interesse social muito mais profundo.


VOLTA AO BRASIL
Em 1931 Portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras. Aos poucos o artista deixa de lado as telas pintadas a óleo e começa a se dedicar a murais e afrescos. Ganhando nova notoriedade entre a imprensa, Portinari expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA). A década de quarenta começa muito bem para Portinari. Alfred Barr compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no MoMA, ao lado de artistas consagrados mundialmente. O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para Portinari em plena Nova Iorque. Nessa época, Portinari faz dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington. Ao visitar o MoMA, Portinari se impressiona com uma obra que mudaria seu estilo novamente: "Guernica" de Pablo Picasso. Em 1952 uma anistia geral faz com que Portinari volte ao Brasil. No mesmo ano, a 1° Bienal de São Paulo expõe obras de Portinari com destaque em uma sala particular. Mas a década de 50 seria marcada por diversos problemas de saúde. Em 1954 Portinari apresentou uma grave intoxicação pelo chumbo presente nas tintas que usava.
PARTICIPAÇÃO POLÍTICA
Portinari foi ativo no movimento político-partidário, inclusive, candidatando-se a deputado federal em 1945 pelo PCB e a senador, em 1947 , pleito em que aparecia em todas as sondagens como vencedor, mas perdendo com uma pequena margem de votos, fato que, aventou-se suspeitas de fraude para derrotá-lo devido o cerco aos membros do Partido Comunista Brasileiro
MORTE
 Desobedecendo as ordens médicas, Portinari continuava pintando e viajando com frequência para exposições nos Estados Unidos, Europa e Israel. No começo de 1962 a prefeitura de Barcelona convida Portinari para uma grande exposição com 200 telas. Trabalhando freneticamente, a intoxicação de Portinari começa a tomar proporções fatais. No dia 6 de fevereiro do mesmo ano, Cândido Portinari morre envenenado pelas telas que fizeram seu sucesso, já que, tinha claustrofobia e desmaiava no "corredor" de telas.Seu filho João Cândido Portinari hoje cuida dos direitos autorais das obras de Portinari.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

07/04/2014

MICKEY ROONEY - Arte Tumular - 980 - ollywood Forever Cemetery Hollywood Los Angeles County California, USA



ARTE TUMULAR
Cripta com tampo em mármore ainda sem identificação definitiva.

Local: Hollywood Forever Cemetery Hollywood Los Angeles County California, USA 
Plot: Cathedral Lake View, Elevation 15, Couch B-1501
Descrição tumular: Helio Rubiales


 PERSONAGEM
Mickey Rooney (nascido Joseph Yule, Jr.) (Brooklyn, 23 de setembro de 1920 — Los Angeles, 6 de abril de 2014) foi um ator e apresentador americano, que atuou no cinema, televisão e teatro e recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira - incluindo o Óscar, o Globo de Ouro e o Emmy.Mais conhecido por seu trabalho como Andy Hardy, Rooney foi considerado pelo Livro Guiness dos Recordes como o ator com a mais longa carreira no palco e nas telas.
Morreu aos 93 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFRICA
 Rooney nasceu no Brooklyn, em Nova Iorque, numa família do vaudeville. Seu pai, Joseph Yule, era escocês e a mãe, Nellie W. (nascida Carter), era da Kansas City (Missouri). Ambos atuavam no teatro quando Joseph Jr. nasceu, na produção do Brooklin A Gaiety Girl; começou a atuar aos quinze meses de idade acompanhando os pais, usando um smoking especialmente costurado para ele.
 Em 2008 Rooney e sua última esposa, Jan Chamberlin, passaram a viver em Westlake Village, na Califórnia, ambos atuando como defensores dos direitos dos veteranos e dos animais.


CARREIRA
-Mickey McGuire
 Seus pais se separaram em 1924 durante uma pausa no vaudeville e, no ano seguinte, Nell Yule mudou-se com o filho para Hollywood, onde passou a gerenciar uma agência de turismo. Foi então que Fontaine Fox colocara um anúncio num jornal, procurando uma criança de cabelos pretos para fazer o papel de "Mickey McGuire" numa série de curtas-metragem. E, sem dinheiro para mandar pintarem os cabelos do filho, a Sra. Yule escureceu-os passando cortiça queimada neles e o levou para a audição. O pequeno Joe conquistou o papel e tornou-se "Mickey" nas 78 fitas cômicas, que foram apresentadas entre 1927 a 1936, tendo neste ínterim (a partir de 4 de setembro de 1927) iniciado o "Mickey's Circus". A série era uma adaptação das histórias em quadrinhos Toonerville Trolley, que tinha um personagem chamado Mickey McGuire. Joe Yule tentou mudar legalmente seu nome para Mickey McGuire a fim de evitar o pagamento de royalties - e assim os produtores dos filmes não precisaram mais pagar os direitos autorais para os autores dos quadrinhos. Rooney reivindicou, tempos mais tarde, que durante seus dias como Mickey McGuire havia conhecido o cartunista Walt Disney nos estúdios da Warner Brothers, sendo ali que Disney se inspirara a nomear como Mickey Mouse ao personagem que havia criado, então com o nome de Mortimer Mouse. Entretanto, Disney sempre declarou que a mudança de nome foi feita por sugestão de sua esposa. Durante uma pausa na série, em 1932, a Sra. Yule fez planos de levar seu filho por uma turnê de vaudeville como McGuire, mas a Fox os impediu judicialmente de usarem o nome. Sua mãe então propôs que adotassem "Mickey Looney" para o filho comediante, e logo mudaram para um sobrenome menos frívolo. Rooney fez outros filmes, além de continuar atuando algumas vezes como McGuire, na sua adolescência, e assinou contrato com a MGM em 1934. A MGM incluiu Rooney como o filho adolescente de um juiz na série de 1937 A Family Affair, abrindo-lhe caminho para uma nova série de sucesso.

-Andy Hardy e Judy Garland
Em 1937, Rooney foi selecionado para representar Andy Hardy em A Family Affair (1937), que a MGM havia planejado como um filme B. Rooney emprestou um caráter cômico ao filho do juiz James K. Hardy, interpretado por Lionel Barrymore (Lewis Stone interpretaria o papel nas sequências). A fita alcançou um sucesso inesperado, o que levou a treze sequências de "Andy Hardy" entre 1937 e 1946, até a derradeira, feita em 1958 - Andy Hardy final. Rooney foi campeão de bilheteria como Shockey Carter, em Hoosier Schoolboy, de 1937. No mesmo ano fez seu primeiro filme ao lado de Judy Garland: Thoroughbreds Don't Cry. Sua estréia em papéis dramáticos deu-se em Boys Town (1938), quando interpretou Whitey Marsh, antagonista de Spencer Tracy, que foi lançado pouco antes de seu décimo oitavo aniversário. Garland e Rooney tornaram-se um par de sucesso cantando e dançando. Além dos três filmes de Andy Hardy em que ela representou Betsy Booth (Love Finds Andy Hardy), uma garota mais nova que se enamora por Andy, Garland apareceu com ele em cenas de musicais, como o sucesso indicado ao Oscar Babes in Arms (1939). Inquestionavelmente um artista reconhecido antes da década de 1940, Rooney foi uma das muitas celebridades retratadas no cartoon feito por Tex Avery, da Warner Bros., intitulado Hollywood Steps Out, de 1941. Desde setembro de 2008, Rooney era o único artista ali representado que ainda estava vivo.
A FUTURA CARREIRA
Em 1944, Rooney integrou o serviço militar por 21 meses durante a Segunda Grande Guerra, período no qual foi personalidade radiofônica da American Forces Network. Após seu retorno à vida civil, sua carreira ascendeu. Ele apareceu em vários filmes, inclindo Words and Music em 1948, que foi marcado como sua última aparição com Garland em filme (eles apareceram em um episódio como convidado da série cômica desta na CBS em 1963). The Mickey Rooney Show, também conhecido como Hey Mulligan, apareceu na NBC por 39 epsódios entre 1954 e 1955. Em 1951, ele dirigiu um longa mtreagem para a Columbia Pictures, My True Story com Helen Walker. Rooney também estrelou um comediante egocêntrico de televisão no telefilme dramático de 90 minutos The Comedian, escrito por Rod Serling e dirigido por John Frankenheimer, na Playhouse 90 da noite do Valentine's Day de 1957. Em 1960, ele dirigiu e protagonizou The Private Lives of Adam and Eve, uma comédia ambiciosa conhecida por seus múltiplos flashbacks e alguns clichês. Nos anos 1960, Rooney retomou sua carreira teatral. Ele aceitou papéis em filmes indistintos, mas ocasionalmente apareceu em trabalhos melhores, como Requiem for a Heavyweight (1962) e The Black Stallion (1979). Um dos papéis mais controversos de Rooney foi no aclamado filme de 1961 Breakfast at Tiffany's, onde interpretou um vizinho japonês miope do personagem principal, Holly Golightly. O produtor Richard Shepherd pediu desculpas pelo ocorrido no DVD de 45 anos do filme, mas o diretor Blake Edwards e Rooney não. Em 31 de dezembro de 1961, ele apareceu no programa televisivo What's My Line e mencionou aobre os estudantes envolvidos na MRSE (Mickey Rooney School of Entertainment). Sua escola nunca colheu frutos, mas por vários anos ele foi embaixador/parceiro do Pennsylvania's Downingtown Inn, um country club e golf resort. Em 1966, quando Rooney trabalhava em um filme nas Filipinas, sua mulher Barbara Ann Thomason (também conhecida como Tara Thomas, Carolyn Mitchell), uma ex-modelo pin-up e aspirante a atriz que venceu 17 concursos de beleza seguidos no sul da Califórnia, foi encontrada morta em sua cama. Ao seu lado estava, Milos Milos, um ator amigo de Rooney. Investigadores trabalharam com a hipótese de assassinato seguido de suicídio, usado pela arma de Rooney. Milos também foi guarda-costas e foi ligado a Stevan Markovic, guarda-costas do astro francês Alain Delon. Markovic também foi encontrado morto em circunstâncias misteriosas em Paris dois anos mais tarde. Após o impracto causado pelo episódio, Rooney se casou com uma amiga de Barbara, Marge Lane. A união durou apenas cem dias. Ele recebeu um Academy Juvenile Award em 1938, e em 1983 a Academy of Motion Picture Arts and Sciences concedeu seu Academy Honorary Award pelo seu conjunto da obra. Laurence Olivier definiu Rooney como "o melhor ator de cinema que a América já produziu", sentimento seguido pelo ator James Mason. Judy Garland disse que Rooney foi "o maior talento do mundo."Como resultado da Andy Hardy séries, Rooney foi o ator mais bem pago em Hollywood nos anos 1930.
CARREIRA ATUAL
Rooney apareceu nos comerciais de TV da Garden State Life Insurance Company em 1999, com sua esposa Jan. Nos anúncios levados ao ar em 2007, Rooney podia ser visto num background imaginário. Rooney ainda trabalha em filmes e turnês com sua esposa na prdução multimídia chamada Let's Put On a Show! Em 26 de maio de 2007, ele foi nomeado Grand Marshal do Garden Grove Strawberry Festival. Rooney fez sua estreia inglesa de pantomima, no papel de Barão Hardup em Cinderella, no Sunderland Empire Theatre durante o período de Natal de 2007. Ele apareceu no BBC Points West vestido com um par de shorts e meias.
MORTE
Rooney morreu rodeado por sua família em sua casa em North Hollywood, Los Angeles , Califórnia.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

05/04/2014

JOSÉ WILKER - Arte Tumular - 979 - Cremado




Velório

Será cremado no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária, em evento só para amigos e familiares.



PERSONAGEM
José Wilker de Almeida (Juazeiro do Norte, Ceará, 20 de agosto de 1947 — Rio de Janeiro, 5 de abril de 2014) foi um ator, diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema brasileiro
Morreu aos 67 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
José Wilker começou a carreira como locutor de rádio no Ceará, onde nasceu, e se mudou para o Rio de Janeiro aos dezenove anos. Seu primeiro filme foi em 1965, A Falecida com uma participação não creditada, o filme ainda contava com Fernanda Montenegro como protagonista. Em 1979, esteve no elenco do filme Bye Bye Brasil e em 1985, no elenco de O Homem da Capa Preta. Estreou nas telenovelas em 1971, em Bandeira 2, de Dias Gomes, na TV Globo. Fez muito sucesso com a novela Roque Santeiro na qual deu vida ao personagem-título junto com Regina Duarte e Lima Duarte. Entre 1997 e 2002, dirigiu boa parte dos episódios do Sai de Baixo , além de ter participado de um dos episódios do programa (Ghost Não Se Discute), em 1997. Interpretou personagens célebres na televisão, como Giovanni Improtta, na novela Senhora do Destino e o ex-presidente Juscelino Kubitschek na minissérie JK. Em 2012 cai na boca do povo com o personagem Jesuíno Mendonça na novela Gabriela. O personagem foi marcado pelo bordão "Vou lhe usar", que se tornou febre nas redes sociais . No ano seguinte narra a chamada da novela Amor à Vida, e no meio da trama entra no elenco como o personagem Herbert. Entre seus papéis mais marcantes no cinema estão Tiradentes, no filme Os Inconfidentes, de 1972; Vadinho, do recorde de bilheteria nos cinemas Dona Flor e Seus Dois Maridos, de 1976; o político Tenório Cavalcanti de O Homem da Capa Preta, de 1986 e Antônio Conselheiro, de Guerra de Canudos, de 1997 entre muitos outros.
Amante de cinema, tem aproximadamente quatro mil fitas em casa. Mostrou ao público essa faceta assinando uma coluna semanal sobre o assunto no Jornal do Brasil e fazendo comentários de filmes nos canais de televisão por assinatura Telecine da Globosat. É também comentarista oficial da transmissão da premiação do Oscar da Rede Globo. Além de apresentar o programa Palco & Platéia, que é transmitido pelo Canal Brasil. Foi diretor-presidente da Riofilme – distribuidora de filmes do município do Rio de Janeiro.
José Wilker teve duas filhas: Mariana, com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, com a atriz Mônica Torres.
Foi casado com Guilhermina Guinle. Seu último casamento foi com a jornalista Claudia Montenegro com quem teve Madá.
MORTE
José Wilker faleceu no dia 5 de abril de 2014, aos 66 anos, vítima de infarto fulminante.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

02/04/2014

LINDA McCARTNEY - Arte Tumular - 978 - Cremada




Foi cremada e suas cinzas espalhadas. especificamente,  metade  espalhadas nas pastagens e florestas da fazenda da família no sul da Inglaterra e a outra metade espalhadas no rancho da família, em Tucson, Arizona, USA


PERSONAGEM
 Linda McCartney (Nova Iorque, 24 de setembro de 1941 — Tucson. 17 de abril de 1998), Lady McCartney, batizada com o nome de Linda Louise Eastman foi uma fotógrafa dos Estados Unidos, da editora Rolling Stone Magazine, musicista e ativista dedicada a divulgar abusos contra os animais. Tornou-se famosa mundialmente ao casar-se com Paul McCartney em 12 de março de 1969, na ocasião, o cantor, compositor, baixista, guitarrista, pianista, Multi-instrumentista do grupo de rock inglês The Beatles.
Morreu aos 56 anos de idade.
SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Filha de um bem sucedido advogado, Lee Eastman, e de Louise Linder (dona da fortuna das lojas Linder), Linda cresceu na cidade de Scarsdale (estado de Nova Iorque) e se tornou uma grande fotógrafa. Formou-se em Artes na Universidade do Arizona, e foi durante estes anos que se apaixonou por fotografia. Mas, foi só depois que ela retornou a Nova Iorque que começou a demonstrar o seu talento com as câmeras.
FOTÓGRAFA
Começou sua carreira de fotógrafa na editora Town and Country magazine, e foi quando fotografava a banda The Rolling Stones num iate que percebeu que este segmento de seu trabalho estaria em grande demanda. Imortalizou-se fotografando ícones do rock como The Who, Jimi Hendrix, The Doors, Traffic, Simon and Garfunkel, Bob Dylan, Otis Redding e, subsequentemente, The Beatles, quando então acabou conhecendo seu futuro marido, Paul. Quando trabalhou com a editora da Rolling Stone, Linda produziu um trabalho de alta qualidade que continua sendo publicado internacionalmente. Seu trabalho já foi exposto em dezenas de galerias de arte, da América do Sul à Austrália, incluindo o Victoria and Albert Museum em Londres. Foi reconhecida nos Estados Unidos como a fotógrafa do ano. Ela também publicou cinco livros de fotografias suas.
MUSICISTA
O sucesso de Linda na música foi - no conjunto total de seu trabalho - por conta de seu marido, o ex-Beatle Paul McCartney. Linda nunca foi uma intérprete, ou compositora, antes de conhecer Paul, mas mesmo assim ela cativou o público mundialmente também com sua constante presença no teclado durante as apresentações ao vivo e com seus doces acompanhamentos vocais junto a Paul. Nota-se em particular, canções de grande sucesso como "Another Day", em que Paul toca todos os instrumentos e Linda preenche a melodia suavemente junto ao marido com vocais de fundo. Este preenchimento vocal ("duuuhs") é quase que uma marca registrada de Paul, que se destacou mais ainda durante os anos que lançava seus discos da carreira solo, ou com o grupo Wings em que, talvez por falta de seus originais ex-parceiros de rock ou por uma grande conveniência, usava constantemente sua esposa nas gravações. A combinação nova funcionou e juntos se tornaram os músicos pop mais ricos da história da música. Os sucessos musicais de gravações feitas juntos foram em grande parte número um na Inglaterra e nos Estados Unidos: "My Love", "Let' em in", "Silly Love Songs", "With a Little Luck", "London Town", "Band on the Run", "Tug of War", "Pipes of Peace", "Give my Regards to Broadstreet", etc.
O sucesso junto ao marido lhe abriu as portas e Linda gravou seu próprio projeto que inclui faixa que ela compôs e canta o vocal principal. A canção principal de sua autoria, "Seaside Woman" (1977) foi remixada para um filme curto homônimo, premiado no Festival de Cannes em 1980. A única coletânea de suas canções com lançamento póstumo chama-se Wide Prairie (1998), com canções interpretadas por vários artistas. Outras canções que ela canta o solo principal incluem: "The White Coated Man" "New Orleans" "B Side to Seaside" e, em "I Am Your Singer", do álbum Wild Life (1972), Linda canta os vocais com Paul revezando com ele os versos solo.
VEGETARIANA-ATIVISTA E AMBIENTALISTA
  Linda se manifestava frequentemente contra o abuso aos animais, e era uma ambientalista, trabalhando com organizações como a PETA, Lynx e Friends of the Earth. Com esta atitude em mente ela comercializou vários pratos vegetarianos pré-preparados para o seu segmento no mercado com sua própria marca registrada e ficou milionária por conta própria, mesmo se não estivesse casada com o magnata do rock. Linda também publicou um livro de receitas vegetarianas que é bem popular com sua geração de fãs, comercializado nos anos da década de 1990 ("Linda McCartney’s Home Cooking" em português, "Comida Caseira da Linda McCartney").
FAMÍLIA
 Paul adotou legalmente, de um casamento prévio de Linda com John Melvin See Jr. (1937-2000), a filha (Heather McCartney): (Agora, sobrenome de casada, Potter; nasceu: 1963) e, juntos Linda e Paul tiveram: Mary (fotógrafa; nasceu: 1969); Stella McCartney (destacada Designer de roupas; nasceu: 1971); e James Louis McCartney (músico; nasceu: 1977).
O casal permaneceu casado por 29 anos e praticamente nunca se separou, a não ser por dez dias que Paul foi forçado a ficar detido por posse de maconha. Em 1997 Linda obteve o título de Lady na Inglaterra devido seu marido ter se tornado um Cavaleiro da Ordem do Império Britânico pela Rainha da Inglaterra. O pai de Linda, Lee Eastman, foi o gerente/advogado de Paul durante a separação dos Beatles na Apple Records. Várias fotos de álbuns de Paul McCartney foram tiradas por Linda McCartney. No dia 10 de abril de 1999 Paul McCartney realizou uma homenagem à esposa Linda McCartney, no Royal Albert Hall em Londres, em memória de um ano de falecimento, intitulado: A Concert For Linda, que contou com a presença de vários artistas entre eles: Eric Clapton, George Michael, Elvis Costello, Phil Collins, The Pretenders e Tom Jones. MORTE
 Linda faleceu de câncer em Tucson, Arizona, e foi cremada na Inglaterra. Paul tem agora vários netos. Prêmios[editar | editar código-fonte] 1980 Festival de Cannes, Palme d'Or, Short Film de Oscar Grillo (canção de Linda McCartney): "Seaside Woman"
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales